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Tag Archives: poesia
sem título – Velimir Khliebnikov
Basta-me um mínimo: lasca de pão, gota de leite e, céu acima, nuvens alvíssimas. (tradução Haroldo de Campos)
Entre galos e cigarros, o amor – Flávio Morgado #umpoemapordia
o amor em sua ilusão é como o fumo que se queima e sabe em seu fogo a existência. mas enquanto se esvai, atribui à boca que o traga sua permanência. o amor em sua metafísica canta como os galos … Continue lendo
Publicado em poesia
Com a tag #umpoemapordia, cigarro, editora 7 Letras, Flavio Morgado, poesia, poesia brasileira, Um Caderno de Capa Verde
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Habemus náusea
Bem-vindos à nausea online, azeda como um prato de arroz vencido que como por entre fileiras de formigas ativas e baratas à espreita. Que caiam restos de meu banquete para celebrarmos, nas frestas de um castelo em ruínas, a derrota … Continue lendo
Do Desejo – Hilda Hilst
(imagem do filme Os Amantes, de Louis Malle – 1958) E por que haverias de querer minha alma Na tua cama? Disse palavras líquidas, deleitosas, ásperas Obscenas, porque era assim que gostávamos. Mas não menti gozo prazer lascívia Nem omiti … Continue lendo
Publicado em filmes, poesia
Com a tag cinema, Hilda Hilst, Louis Malle, Os Amantes, poesia
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Olho de Lince – Waly Salomão/Jards Macalé #umpoemapordia
Quem fala que sou esquisito hermético É porque não dou sopa estou sempre elétrico Nada que se aproxima nada me é estranho Fulano sicrano e beltrano Seja pedra seja planta seja bicho seja humano Quando quero saber o que ocorre … Continue lendo
A Flauta-Vértebra (prólogo) – Vladimir Maiakovski
Флейта-позвоночник (dedicado a Lila Brik) A todas vocês, que eu amei e que eu amo, ícones guardados num coração-caverna, como quem num banquete ergue a taça e celebra, repleto de versos levanto meu crânio. Penso, mais de uma vez: seria … Continue lendo
Chove. Há Silêncio – Fernando Pessoa #umpoemapordia
Chove. Há silêncio, porque a mesma chuva Não faz ruído senão com sossego. Chove. O céu dorme. Quando a alma é viúva Do que não sabe, o sentimento é cego. Chove. Meu ser (quem sou) renego… Tão calma é a … Continue lendo
Já Me Matei… (Paulo Leminski)
já me matei faz muito tempo me matei quando o tempo era escasso e o que havia entre o tempo e o espaço era o de sempre nunca mesmo o sempre passo morrer faz bem à vista e ao baço … Continue lendo
Macalé assombra Gotham City (mais uma vez)
(trailer de JARDS) Poucas coisas emocionam tanto quanto ver um artista que vc admira de longa data ainda ser capaz de surpreender e tirar do eixo a plateia que for. Experimentei essa emoção hoje no Auditório do Ibirapuera, que teve … Continue lendo
Publicado em musica
Com a tag Auditório Ibirapuera, Capinan, documentário, Festival Internacional da Canção, filme, Jards Macalé, música, poesia, show, Waly Salomão
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