Arquivo da tag: Hilda Hilst

7/20 – Fluxo-Floema – Hilda Hilst

“Um escritor, senhores, muito bem, o que escreves? Escrevia, sabem, sobre essa angústia de dentro. PARA AÍ. Senhores, eis aqui, um nada, um merda neste tempo de luta, enquanto nos despimos, enquanto caminhamos pelas ruas carregando no peito um grito … Continuar lendo

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E quanto tudo mais fracassar, leia Hilda #umpoemapordia

Lobos? São muitos. Mas tu podes ainda A palavra na língua Aquietá-los. Mortos? O mundo. Mas podes acordá-lo Sortilégio de vida Na palavra escrita. Lúcidos? São poucos. Mas se farão milhares Se à lucidez dos poucos Te juntares. Raros? Teus … Continuar lendo

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Ode Descontínua e Remota para Flauta e Oboé – Ná Ozetti #umpoemapordia

De Ariana Para Dionísio Três luas, Dionísio, não te vejo. Três luas percorro a Casa, a minha, E entre o pátio e a figueira Converso e passeio com meus cães E fingindo altivez digo à minha estrela Essa que é … Continuar lendo

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Do Desejo – Hilda Hilst #umpoemapordia

I Porque há desejo em mim, é tudo cintilância. Antes, o cotidiano era um pensar alturas Buscando Aquele Outro decantado Surdo à minha humana ladradura. Visgo e suor, pois nunca se faziam. Hoje, de carne e osso, laborioso, lascivo Tomas-me … Continuar lendo

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Poemas aos Homens do nosso Tempo – Hilda Hilst

Lobos? São muitos. Mas tu podes ainda A palavra na língua Aquietá-los. Mortos? O mundo. Mas podes acordá-lo Sortilégio de vida Na palavra escrita. Lúcidos? São poucos. Mas se farão milhares Se à lucidez dos poucos Te juntares. Raros? Teus … Continuar lendo

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Alcoólicas – Hilda Hilst #umpoemapordia

(Alcoólicas – I)É crua a vida. Alça de tripa e metal.Nela despenco: pedra mórula ferida.É crua e dura a vida. Como um naco de víbora. Como-a no livor da língua Tinta, lavo-te os antebraços, Vida, lavo-me No estreito-pouco Do meu … Continuar lendo

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Hilda Hilst x Marlon Brando

Trecho da matéria sobre Hilda Hilst na edição desta semana da IstoÉ: (…) namorou Dean Martin só para conhecer Brando. E como o namorado demorava para apresentá-los, bebeu bastante, subornou o porteiro do hotel e bateu na porta do quarto … Continuar lendo

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Alcoólicas – Hilda Hilst

(Alcoólicas – I) É crua a vida. Alça de tripa e metal. Nela despenco: pedra mórula ferida. É crua e dura a vida. Como um naco de víbora. Como-a no livor da língua Tinta, lavo-te os antebraços, Vida, lavo-me No … Continuar lendo

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Do Desejo – Hilda Hilst

(imagem do filme Os Amantes, de Louis Malle – 1958) E por que haverias de querer minha alma Na tua cama? Disse palavras líquidas, deleitosas, ásperas Obscenas, porque era assim que gostávamos. Mas não menti gozo prazer lascívia Nem omiti … Continuar lendo

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