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Tag Archives: poema
Eterno – Carlos Drummond de Andrade #umpoemapordia
E como ficou chato ser moderno. Agora serei eterno. Eterno! Eterno! O Padre Eterno, a vida eterna, o fogo eterno. (Le silence éternel de ces espaces infinis m’effraie.) — O que é eterno, Yayá Lindinha? — Ingrato! é o amor … Continue lendo
Ao Amor Antigo – Carlos Drummond de Andrade
O amor antigo vive de si mesmo, não de cultivo alheio ou de presença. Nada exige nem pede. Nada espera, mas do destino vão nega a sentença. O amor antigo tem raízes fundas, feitas de sofrimento e de beleza. Por … Continue lendo
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Com a tag Amar se Aprende Amando, amor, Ao Amor Antigo, Carlos Drummond de Andrade, poema, poesia
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Canção para Guitarra – Andrei Biéli
Eu Estou nas palavras Tão morbidamente Mudo: Minhas sentenças são Máscaras. E – Falo A vós todos – – Falo Fábulas, – – Porque – Assim me foi designado, A razão – Não a entendo;- – Porque – Há tempos … Continue lendo
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Com a tag Andrei Biéli, Augusto de Campos, Canção para Guitarra, cubofuturismo, poema, poesia russa
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Poemas aos Homens do nosso Tempo – Hilda Hilst
Lobos? São muitos. Mas tu podes ainda A palavra na língua Aquietá-los. Mortos? O mundo. Mas podes acordá-lo Sortilégio de vida Na palavra escrita. Lúcidos? São poucos. Mas se farão milhares Se à lucidez dos poucos Te juntares. Raros? Teus … Continue lendo
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Com a tag Hilda Hilst, poema, Poemas aos Homens do nosso Tempo
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Alcoólicas – Hilda Hilst #umpoemapordia
(Alcoólicas – I)É crua a vida. Alça de tripa e metal.Nela despenco: pedra mórula ferida.É crua e dura a vida. Como um naco de víbora. Como-a no livor da língua Tinta, lavo-te os antebraços, Vida, lavo-me No estreito-pouco Do meu … Continue lendo
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Com a tag Alcoolicas, Campinas, Casa do Sol, Hilda Hilst, poema, poesia, São Paulo
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Amor é fogo que arde sem se ver – Luís de Camões
Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer; É um não querer mais que bem querer; É solitário andar por entre a … Continue lendo
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Esperança – Miguel Torga #umpoemapordia
Tantas formas revestes, e nenhuma Me satisfaz! Vens às vezes no amor, e quase te acredito. Mas todo o amor é um grito Desesperado Que apenas ouve o eco… Peco Por absurdo humano: Quero não sei que cálice profano Cheio … Continue lendo
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A Estrada – Manuel Bandeira #umpoemapordia
Esta estrada onde moro, entre duas voltas do caminho,Interessa mais que uma avenida urbana.Nas cidades todas as pessoas se parecem.Todo o mundo é igual. Todo o mundo é toda a gente.Aqui, não: sente-se bem que cada um traz a sua … Continue lendo
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Táctica y Estrategia – Mario Benedetti
(do livro Poema de Otros, de 1974)
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Velho Tema (soneto) – Vicente de Carvalho #umpoemapordia
Só a leve esperança, em toda a vida, Disfarça a pena de viver, mais nada; Nem é mais a existência, resumida, Que uma grande esperança malograda. O eterno sonho da alma desterrada Sonho que a traz ansiosa e embevecida, É … Continue lendo
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