Arquivo da tag: Carlos Drummond de Andrade

Não se mate – Carlos Drummond de Andrade #umpoemapordia

Carlos, sossegue, o amor é isso que você está vendo: hoje beija, amanhã não beija, depois de amanhã é domingo e segunda-feira ninguém sabe o que será. Inútil você resistir ou mesmo suicidar-se. Não se mate, oh não se mate, … Continuar lendo

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Resíduo – Carlos Drummond de Andrade #umpoemapordia

De tudo ficou um pouco Do meu medo. Do teu asco. Dos gritos gagos. Da rosa ficou um pouco. Ficou um pouco de luz captada no chapéu. Nos olhos do rufião de ternura ficou um pouco (muito pouco). Pouco ficou … Continuar lendo

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Verbo Ser – Carlos Drummond de Andrade #umpoemapordia

Que vai ser quando crescer? Vivem perguntando em redor. Que é ser? É ter um corpo, um jeito, um nome? Tenho os três. E sou? Tenho de mudar quando crescer? Usar outro nome, corpo e jeito? Ou a gente só … Continuar lendo

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Telegrama de Cora Coralina para Carlos Drummond de Andrade

Telegrama pra lá de poético de Cora Coralina para Carlos Drummond de Andrade, acho que  por conta do aniversário dele (31 de outubro). O telegrama é parte do acervo do Arquivo do Museu de Literatura Brasileira, da Fundação Casa de … Continuar lendo

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Eterno – Carlos Drummond de Andrade #umpoemapordia

E como ficou chato ser moderno. Agora serei eterno. Eterno! Eterno! O Padre Eterno, a vida eterna, o fogo eterno. (Le silence éternel de ces espaces infinis m’effraie.) — O que é eterno, Yayá Lindinha? — Ingrato! é o amor … Continuar lendo

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Ao Amor Antigo – Carlos Drummond de Andrade

O amor antigo vive de si mesmo, não de cultivo alheio ou de presença. Nada exige nem pede. Nada espera, mas do destino vão nega a sentença. O amor antigo tem raízes fundas, feitas de sofrimento e de beleza. Por … Continuar lendo

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