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Tag Archives: poesia
O Corvo, de Edgar Allan Poe, em tempos de NSA
Poema clássico do escritor americano adaptado para ‘homenagear’ a NSA, agência americana de segurança. Não sei quem é o autor da versão, mas ficou divertida. Infelizmente é complexo demais pra eu me aventurar na sua tradução… sorry! Once upon … Continue lendo
Publicado em boca no trombone, poesia
Com a tag Edgar Allan Poe, Fernando Pessoa, Machado de Assis, National Security Agency, NSA, O Corvo, poema, poesia, segurança eletrônica, The Raven
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Alcoólicas – Hilda Hilst
(Alcoólicas – I) É crua a vida. Alça de tripa e metal. Nela despenco: pedra mórula ferida. É crua e dura a vida. Como um naco de víbora. Como-a no livor da língua Tinta, lavo-te os antebraços, Vida, lavo-me No … Continue lendo
e. e. cummings
Eu gosto do seu corpo Eu gosto do que ele faz Eu gosto de como ele faz Eu gosto de sentir as formas do seu corpo Dos seus ossos E de sentir o tremor firme e doce De quando lhe … Continue lendo
Publicado em animação, arte, poesia
Com a tag 3D, animação, curta, e. e. cummings, Jesse Kanda, poesia, videoarte, Vimeo, Waking From A Coma
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Ali, o poeta
“Float like a butterfly, sting like a bee. His hands can’t hit what his eyes can’t see. Now you see me, now you don’t. George thinks he will, but I know he won’t.” (“Flutue como uma borboleta, ferroe como uma … Continue lendo
Publicado em arte, cultura, esporte, poesia
Com a tag boxe, Don King, esporte, Float like a butterfly, George Foreman, Muhammad Ali, poesia, Sting like a bee
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O caminho (segundo Rainer Maria Rilke)
(Foto: Escriba) “Eu imploro a você, tenha paciência com tudo que não esteja resolvido em seu coração e tente amar as questões em si, como se fossem cômodos trancados ou livros escritos numa estranha língua estrangeira. Não procure por respostas, … Continue lendo
Publicado em poesia
Com a tag Cartas a um Jovem Poeta, poesia, Rainer Maria Rilke
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The Dull Flame of Desire – Fyodor Tyutchev
(cena final do filme Stalker, de Andrei Tarkovski, com o poema recitado em russo) Eu amo os seus olhos, meu amor Sua esplêndida, radiante chama Quando por um instante você os levanta, Ligeiramente para lançar um olhar aconchegante Como um … Continue lendo
O Que Há – Álvaro de Campos #umpoemapordia
O que há em mim é sobretudo cansaço Não disto nem daquilo, Nem sequer de tudo ou de nada: Cansaço assim mesmo, ele mesmo, Cansaço. A sutileza das sensações inúteis, As paixões violentas por coisa nenhuma, Os amores intensos por … Continue lendo
Publicado em poesia
Com a tag Álvaro de Campos, cansaço, Fernando Pessoa, Não, não é Cansaço..., poesia
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Cogito – Torquato Neto
eu sou como eu sou pronome pessoal intransferível do homem que iniciei na medida do impossível eu sou como eu sou agora sem grandes segredos dantes sem novos secretos dentes nesta hora eu sou como eu sou presente desferrolhado indecente … Continue lendo
A cura
“A cura para qualquer coisa é água salgada. Suor, lágrimas ou o oceano.” (isak dinesen)