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Tag Archives: poesia
O mundo estava no rosto da amada – Rainer Maria Rilke #umpoemapordia
O mundo estava no rosto da amada – e logo converteu-se em nada, em mundo fora do alcance, mundo-além. Por que não o bebi quando o encontrei no rosto amado, um mundo à mão, ali, aroma em minha boca, eu … Continue lendo
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Com a tag Augusto de Campos, O Mundo estava no rosto da Amada, poesia, Rainer Maria Rilke
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Face a Face – Cacaso #umpoemapordia
São as trapaças da sorte são as graças da paixão pra se combinar comigo tem que ter opinião Morena quando repenso no nosso sonho fagueiro o céu estava tão denso inferno tão passageiro uma certeza me nasce e abole todo … Continue lendo
Anfiguri – Vinicius de Moraes #umpoemapordia
Aquilo que eu ouso Não é o que quero Eu quero o repouso Do que não espero. Não quero o que tenho Pelo que custou Não sei de onde venho Sei para onde vou. Homem, sou a fera Poeta, sou … Continue lendo
Eu-Mulher – Conceição Evaristo #DiadoPoeta #umpoemapordia
Uma gota de leite me escorre entre os seios. Uma mancha de sangue me enfeita entre as pernas Meia palavra mordida me foge da boca. Vagos desejos insinuam esperanças. Eu-mulher em rios vermelhos inauguro a vida. Em baixa voz violento … Continue lendo
Não se mate – Carlos Drummond de Andrade #umpoemapordia
Carlos, sossegue, o amor é isso que você está vendo: hoje beija, amanhã não beija, depois de amanhã é domingo e segunda-feira ninguém sabe o que será. Inútil você resistir ou mesmo suicidar-se. Não se mate, oh não se mate, … Continue lendo
Publicado em poesia
Com a tag #umpoemapordia, Carlos Drummond de Andrade, Não se Mate, poesia
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A Segunda Ida – Philip Levine #umpoemapordia
Novamente o dia começa, mas ninguém quer sua sanidade ou sua claridade ofuscante. A luz do dia não é o que viemos até aqui buscar. Uma pitada de sal, um pingo de aguardente em nossa xícara de lágrimas, um bilhete … Continue lendo
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Com a tag A Segunda Ida, Philip Levine, poesia, Prêmio Pulitzer, The Second Going
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Poema – Frank O’Hara (1950) #umpoemapordia
Se eu soubesse exatamente porque a castanheira parece estar a ponto de flamejar ou morrer, suas pirâmides tremulam, eu te contaria? Talvez não. Nós devemos manter o interesse por selos estrangeiros, horários de trem, placares de baseball, e psicologia anormal, … Continue lendo
A Poesia é uma Arma Carregada de Futuro – Gabriel Celaya #umpoemapordia
Quando já nada se espera particularmente exaltante, mas palpitamos e seguimos aquém da consciência, feramente existindo, cegamente afirmando como um pulso que golpeia as trevas; quando miramos de frente os vertiginosos olhos claros da morte; dizemos as verdades: as bárbaras, … Continue lendo
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Com a tag Gabriel Celaya, Guerra Civil Espanhola, poesia, poesia espanhola
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Julga-me a gente toda por perdido – Luís de Camões #umpoemapordia
Julga-me a gente toda por perdido, Vendo-me tão entregue a meu cuidado, Andar sempre dos homens apartado E dos tratos humanos esquecido. Mas eu, que tenho o mundo conhecido, E quase que sobre ele ando dobrado, Tenho por baixo, rústico, … Continue lendo
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Com a tag #umpoemapordia, Julga-me a gente toda por perdido, Luís de Camões, poesia
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Nem Sequer Sou Poeira – Jorge Luis Borges #umpoemapordia
Não quero ser quem sou. A avara sorte Quis-me oferecer o século dezassete, O pó e a rotina de Castela, As coisas repetidas, a manhã Que, prometendo o hoje, dá a véspera, A palestra do padre ou do barbeiro, A … Continue lendo