O Escriba traduz

Sou jornalista e tradutor (EN/ES -> PT), e estes são alguns dos livros que traduzi. Para comprar qualquer um deles, clique aqui.

Caminhar, Parar, Hospedar-se – Francesco Careri


“A arquitetura não nasce sedentária, mas sim nômade.”

Este é o terceiro livro do arquiteto italiano Francesco Careri que trata das relações entre arquitetura, urbanismo, nomadismo e hospitalidade – o primeiro foi Walkscapes – O caminhar como prática estética (2002), e o segundo foi Caminhar e Parar (2006).

O livro é um convite à caminhada, não apenas pelas cidades, mas pelas ideias que moldam nossa relação com o espaço, o outro e a hospitalidade. Entre relatos autobiográficos, referências literárias e projetos inovadores, ele propõe uma reflexão sobre a construção de lugares de encontro, troca e acolhimento – espaços que ressignificam a convivência e nos fazem repensar as fronteiras entre o público e o privado, o familiar e o estrangeiro. Seja você um viajante curioso, um amante da literatura ou alguém interessado em novas formas de coexistência, este livro é um convite para enxergar o mundo de maneira mais aberta e sensível.

144 páginas.

Paleta perfeita – Lauren Wager

O livro oferece mais de 900 combinações de cores divididas pelos temas dos 15 capítulos que refletem diferentes atmosferas – natural, curiosa, retrô, exuberante e misteriosa, entre outras.

@laurenwager é designer gráfica e blogueira (seu blog é o Color Collective – https://www.color-collective.com/)

304 páginas.

Storytelling na fotografia – Finn Beales

“Não tire apenas uma foto, crie imagens que emocionem as pessoas.”

O fotógrafo galês Finn Beales (@finn) dá o caminho das pedras neste livro para o planejamento de um ensaio fotográfico – da escolha do tema e das locações à apresentação da proposta aos clientes e negociação de orçamento. O passo a passo inclui dicas de técnicas, equipamentos e aplicativos que facilitam a vida do fotógrafo, seja ele iniciante ou não. O livro traz ainda exercícios didáticos para você testar suas habilidades.

176 páginas.

Como eu faço fotos – Daido Moriyama e Takeshi Nakamoto

“A primeira coisa que eu sempre digo a qualquer pessoa que me pede um conselho é: vá para a rua.”

@daidomoriyamaphotofoundation é um mestre da fotografia instantânea de rua, adepto da estética “granulada, tremida e desfocada”, de preferência usando cameras automáticas portáteis. Neste livro, ele e o jornalista Nakamoto circulam por diversas regiões do Japão em passeios fotográficos, dialogando sobre o estilo de fotografar de Moriyama e suas ideias sobre regras, padrões e práticas fotográficas.

O mundo de acordo com as cores – James Fox

“Projetamos nossas esperanças, ansiedades e obsessões na cor por milhares de anos. A história da cor, portanto, é também uma história da humanidade.”

O britânico James Fox é historiador da arte, professor em Cambridge e pesquisador da arte moderna e contemporânea. Escreveu e apresentou diversos documentários para a BBC e para a CNN sobre os temas que pesquisa.

O livro tem 7 capítulos, cada um sobre uma cor – preto, vermelho, azul, amarelo, branco, roxo e verde -, oferecendo ao leitor inúmeras histórias das artes e da humanidade, mostrando como artistas, cientistas, escritores, filósofos e inventores moldaram os significados das cores, e foram moldados pelos eles.

352 páginas.

Como ler uma árvore – Tristan Gooley

O livro, já publicado em 17 países, é um convite para decifrar a linguagem oculta das árvores, que podem revelar tanto sobre sua própria existência como também sobre o seu entorno. São ainda excelentes referências para a navegação natural, como bússolas que indicam caminhos, condições ambientais e acontecimentos passados.Tristan Gooley é um explorador e navegador natural britânico, ja tendo liderado expedicoes em cinco continentes. É autor de outros best-sellers como The Walkers Guide to Outdoors Clues and Signs.320 páginas.

Florpédia – Carol Gracie

Mais de 100 verbetes sobre o mundo das flores, de espécies nativas brasileiras e de outros países, seus usos etnobotânicos, terminologias e exploradores pioneiros, além de referências na arte e do papel das plantas na história.

Carol Gracie é botânica e ex-diretora do Jardim Botânico de Nova York, com duas décadas de exploração botânica e viagens pelas regiões tropicais da América Central e do Sul.

184 páginas.

Visual Thinking – Willemien Brand

Como o pensamento visual pode ser uma ferramenta poderosa no ambiente corporativo? A designer holandesa Willemien Brand dá o caminho das pedras neste livro didático para quem quer apresentar, decidir, planejar, solucionar problemas e colaborar em equipe.

Mesmo quem “não sabe desenhar” pode aproveitar os esquemas visuais, estruturas simples e exercícios práticos do livro para desbloquear a criatividade e inovar no dia a dia de trabalho.

144 páginas.

A fotografia minimalista – Antony Zacharias

O livro oferece 50 técnicas simples para criar imagens ousadas, belas e únicas e será muito útil para transformar seu estilo fotográfico ou incrementar sua conta no Instagram. Repleto de conselhos especializados sobre composição, equilíbrio, forma e textura, é o guia definitivo para fazer imagens mais precisas e expressivas, seja qual for seu nível como fotógrafo.

Antony Zacharias é especializado em fotografia artística, de arquitetura e de longa exposição. Foi finalista do prêmio Hasselblad Masters em 2021 e 2023 na categoria Arquitetura e finalista no British Photography Awards em 2022 e 2023. Em 2023, conquistou o International Photography Awards por suas imagens de arquitetura.

144 páginas.

Paleta Perfeita para Designers Gráficos e Ilustradores – Sara Caldas

Segundo livro da série Paleta Perfeita, agora dedicado ao uso das cores no design gráfico e na ilustração.

É ilustradores com projetos de renomados designers gráficos internacionais – entre eles, três brasileiras – e organizado de acordo com o período do dia associado a diferentes estados de espírito. Uma ótima ferramenta para designers gráficos e ilustradores profissionais, estudantes, amantes da moda e da decoração de interiores, e também para todos que se interessam por combinações de cores práticas, emocionantes e inesperadas.

A autora, Sara Caldas, é designer gráfica portuguesa e vive em Barcelona. Concluiu sua licenciatura em Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, e mestrado em Design de Comunicação na Elisava, em Barcelona.

Iniciou sua carreira profissional como designer de UI em uma multinacional de consultoria, projetando plataformas digitais intuitivas, e mais tarde publicou o livro Design, Create, Thrill. The Power of Graphic Design to Spark Emotions, lançado pela Hoaki Books em 2019. Atualmente, trabalha como designer de ux/ui.

288 páginas.

Desenho à mão – Tilo Schneider

Um guia prático de desenho à mão, com uma extensa lista de ferramentas (lápis, lapiseiras, pincéis, canetas, marcadores), técnicas e exercícios para você desenvolver seu estilo.

Tilo Schneider é um designer, desenhista e urban sketcher alemão, conhecido por transformar a observação cotidiana em um exercício de técnica e sensibilidade. Colabora com instituições, editoras e empresas na realização de cursos e oficinas voltados a arquitetos, designers e artistas, compartilhando sua paixão pelo desenho e sua vasta experiência prática.

Formado em carpintaria, Schneider estudou desenho industrial na Escola Superior de Design de Schwäbisch Gmünd. Trabalhou em Amsterdã, Viena e Munique antes de fundar seu próprio estúdio de design — o vierzudrei.de — e, em 2012, cofundou a Academia de Ilustração e Design de Berlim, dedicada à formação de jovens criativos.

208 páginas.

A Arte de Morrer – Peter Schjeldahl

O livro reúne os últimos 46 ensaios de Peter Schjeldahl, crítico de arte da revista The New Yorker aclamado como um dos maiores de sua geração, finalista do Prêmio Pritzker. No comovente ensaio que abre e direciona o livro, publicado em dezembro de 2019, Peter repassa a própria trajetória e faz uma revelação chocante: havia descoberto um câncer de pulmão e seu oncologista lhe dera seis meses de vida. Um tratamento experimental, entretanto, mostrava algum sucesso. “Estes meses extras”, escreveu, “são um luxo que espero aproveitar bem.” E aproveitou!

A pauta desses últimos ensaios vai de clássicos como Velázquez – autor da obra favorita de Peter, à qual foi fazer uma última visita no período – e o modernista Paul Cézanne – que considerava supervalorizado – a nomes da arte contemporânea como Jasper Johns – cujo gesto “deu fim à arte moderna” – e Gerhard Richter, com suas revelações sombrias. Passa também pela revisão de conceitos, comentários sobre museus e avaliações de feiras de arte.

Um ensaio sobre Edward Hopper demonstra o estilo afiado e acessível com que Peter conecta arte e realidade. Ele ressalta a independência absoluta de Hopper e o impacto de uma obra em que o cidadão livre do sonho americano se degenera, tornando-se “ape¬nas mais um entre milhões que vagam por um continente desprovido de conforto”. Ele conclui: “É possível jurar lealdade patriótica a um vazio?

288 páginas.