Don’t worry about a thing
‘Cause every little thing
Gonna be all right
Saying, don’t worry about a thing
‘Cause every little thing
Gonna be all right
Rise up this morning
Smile with the rising sun
Three little birds
It’s by my doorstep
Singing sweet songs
Of melodies pure and true
Sayin’,”This is my message to you”
Saying, don’t worry about a thing
‘Cause every little thing
Gonna be all right
Saying, don’t worry about a thing
‘Cause every little thing
Gonna be all right
Rise up this morning
Smile with the rising sun
Three little birds
It’s by my doorstep
Singing sweet songs
Of melodies pure and true
Sayin’, “This is my message to you”
Singing, don’t worry about a thing
Worry about a thing
Every little thing gonna be all right
Don’t worry!
Singing, don’t worry about a thing”
I won’t worry!
‘Cause every little thing
Gonna be all right
Singing, don’t worry about a thing
‘Cause every little thing
Gonna be all right
I won’t worry!
Singing, don’t worry about a thing
‘Cause every little thing
Gonna be all right
Singing, don’t worry about a thing
‘Cause every little thing
Gonna be all right!
Pedimos licença a zambi
A Oxum e Iemanjá
Para abrir nossos trabalhos
Com a bandeira de Oxalá
Saravá Ogum
Saravá Congá
Saravá seu Sete Ondas
Ele é rei é orixá
Saravá as almas
Saravá congá
Pisa na linha de Umbanda
Que eu quero ver
Ogum Sete Ondas
Pisa na linha de Umbanda
Que eu quero ver
Ogum Beira Mar
Pisa na linha de Umbanda
Que eu quero ver
Ogum Iara
Ogum Megê
Seu cangira de Umbanda auê
Ora pisa no reino ô cangira
Ora pisa no reino ô cangira
Tata de Umbanda ô cangira
Relatório do site Skyscanner (de compra de passagens, reserva de hotéis, etc) feito em parceria com a consultoria The Future Laboratory dá uma palinha de como será o futuro das viagens daqui a 10 anos. Uma equipe de 56 editores, pesquisadores e futuristas se reuniu para avaliar as tecnologias já existentes ou em desenvolvimento para traçar uma projeção do que estar por vir.
Álbuns de fotos de viagem, por exemplo, deixarão de ser enfadonhos para os amigos. Nada de centenas de fotos mal-tiradas e desinteressantes para quem NÃO estava na viagem; a ferramenta Oculus Rift permitirá a gravação em realidade virtual 3D das suas aventuras por terras estrangeiras.
E melhor: a experiência não será apenas visual, mas também tátil. A Disney, diz o relatório, já desenvolveu um software que torna possível ‘sentir’ objetos 3D, enquanto que a empresa japonesa Tachi Lab, especializada em realidade virtual e teleexistência, está trabalhando numa tecnologia capaz de converter som em texturas.
O site do projeto O Futuro da Viagem 2024 é bem interessante, tornando bem prazeirosa a experiência de ler um relatório. Talvez também indique o futuro das apresentações online de relatórios…
Essa foi a primeira apresentação ao vivo da música que Bob Dylan fez em protesto à prisão de Rubin ‘Hurricane’ Carter em 1967 pela morte um ano antes de três pessoas num bar em Nova Jersey, na costa leste americana. Hurricane era um baita pugilista e vinha nocauteando todos seus adversários até ser ele próprio derrubado pela acusação. Mesmo sem provas, foi condenado à prisão perpétua. Ficou quase 20 anos em cana, sendo libertado em 1985.
Contei a história dele num post publicado domingo, ao saber de sua morte. O post traz vídeos com trechos de lutas, entrevista dele em 2010 e trailer do filme baseado em sua história estrelado por Denzel Washington.
O amor saltou à nossa frente como um assassino em um beco surgindo do nada, e nos arrebatou simultaneamente. Como o relâmpago surge, como a faca finlandesa ataca! Ela, a propósito, insistiu que não era bem assim, que nós, evidentemente, nos amávamos há muito tempo, sem nos conhecermos, sem ter nos encontrado antes…
Envelhecemos todos, inexoravelmente, e quase sempre nossas prioridades e anseios se alteram decisivamente; morrem antigas expectativas para renascerem de acordo com as novas metas traçadas. É a ressurreição dos desejos, renovados pela experiência e pelo fracasso.
Estou mais Páscoa e menos, digamos, Natal. Quando criança, o Natal era imbatível. A magia dos presentes, do presépio, do bom velhinho que chega durante a noite e deixa os pacotes ao pé da árvore ou na meia pendurada em algum canto, a reunião dos familiares, todo mundo feliz, tolerante, compreensivo, a celebração à mesa, fartura de cheiros, cores e gostos. É um dia extrovertido, luminoso.
Na maturidade, é tempo de Páscoa. É a festa da ressurreição pós-martírio. Depois de um período introspectivo, reflexivo, em que contabilizamos erros e avaliamos ajustes necessários na vida, ressurgimos das cinzas dos descaminhos.
Natal é nascimento, e não há milagre aí, apenas o inexorável mistério da vida. Nascer faz parte dela, é tão natural quanto respirar, andar ou morrer. Milagre é a ressurreição, voltar à luz depois de tempos de escuridão. Não decidi nascer, mas tomo firmemente as rédeas de meu retorno à vida, quando tudo parecia perdido, num voto apaixonado pela existência. A Páscoa reafirma isso: não importa em que estado psicológico, físico ou emocional esteja, você sempre será capaz de começar tudo novamente. Completar o círculo e ver as coisas com novos olhos. Com olhos infantes, o mundo se renova. E rejuvenescemos com ele.
O curioso é que para a igreja católica, o Natal tem mais relevância do que a Páscoa mas, por outro lado, toda sua simbologia está calcada no sofrimento de Cristo na cruz. A festa natalina parece funcionar como algo a aliviar o baixo astral do discurso católico. Já na igreja ortodoxa oriental (como a russa), é o contrário: a simbologia gira em torno de Cristo bebê, recém nascido, mas a festa relevante é a Páscoa, como a lembrar aos fiéis que há momentos na vida em que é preciso se retrair e enfrentar seus demônios, para dar a volta por cima e ressurgir adiante, novo como um ‘bebê’.
É, estou num momento Páscoa.
(A Abertura Grande Páscoa Russa – em russo, Svetly Prazdnik, Feriado Resplandecente – de Rimsky-Korsakov (1844-1908), oficial da Marinha russa, professor e compositor que fez parte do Grupo dos Cinco, juntamente com Mily Balakirev, Aleksandr Borodin, César Cui e Modest Mussorgsky. A Grande Páscoa Russa é a terceira peça de Korsakov para orquestra. Foi executada pela primeira vez em 1888, em São Peterburgo, com sua própria regência. No vídeo acima, a peça é executada pela Orquestra Sinfônica Nacional Dinamarquesa)
Uma das músicas mais famosas do Bob Dylan, Hurricane (do disco Desire, de 1976), foi inspirada num caso policial que ganhou as manchetes de todos os jornais americanos à época e privou o boxe de um grande campeão. Em 1966, o pugilista Rubin Carter, conhecido pela força dos golpes, que em geral resultavam em nocautes no primeiro round, foi preso, acusado de triplo homicídio em um bar de Nova Jersey (EUA). Apesar das poucas evidências, foi condenado há 20 anos de prisão, juntamente com um amigo que estava em seu carro quando a polícia os deteve.
Carter teve uma infância das mais violentas, foi preso diversas vezes na ‘Febem’ americana por assaltos e agressões, era um moleque pra lá de complicado. Decidiu lutar boxe quando foi solto em 1961, iniciando uma carreira promissora, interrompida pela falsa acusação, que tinha fortes componentes de preconceito racial e social – afinal, quem mais poderia ter cometido um crime tão violento? Só um jovem negro com histórico de violência e passagens pela polícia e reformatórios, claro… #not
A história inspirou Bob Dylan a escrever a música Hurricane, cuja letra praticamente conta o caso na íntegra. E vendo o vídeo abaixo, com imagens de lutas de Carter, faz todo sentido a afirmação de Dylan de que a prisão interrompeu a carreira de um provável campeão mundial de boxe.
E o ex-campeão mundial dos peso-pesados, Mike Tyson, registrou sua homenagem no Twitter: “Perdemos um grande homem hoje, Rubin ‘hurricane’ Carter, o pugilista que foi equivocadamente acusado e se tornou um símbolo da injustiça racial. RIP”