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Nous Sommes Tous Charlie
Publicado em civilização, HQs e charges, imprensa, internacional, religião
Com a tag ataque terrorista, Charlie Hebdo, imprensa, Je Suis Charlie
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One Legendary Party: The Hell’s Angels and the Merry Pranksters Meet at Kesey’s
Ontem à noite vi o documentário “Gonzo: The Life and Work of Dr. Hunter S. Thompson” e senti falta de mais informação sobre o convívio dele com o grupo de motoqueiros, que gerou um dos livros mais divertidos e inteligentes que já li.
Fear and Loathing in the Counterculture
Guess who’s coming to dinner.
Image via nostalgiaonwheels.blogspot.com
WARNING: This post contains descriptions of alleged sexual violence.
For the last six years or so, one party has been haunting me. It wasn’t any soiree I’d attended—this party took place on Saturday August 7, 1965 at Ken Kesey’s LSD-laced ranch in La Honda, California. It was a fete that epitomized the West Coast psychedelic movement’s embrace of drugs, music, and above all, the outlaw lifestyle. What made this party special wasn’t its mix of intellectuals—poet Allen Ginsberg and Harvard psychology professor Richard Alpert (aka Baba Ram Dass) among them—and countercultural icons such as Hunter S. Thompson and Neal Cassady; it was the 15-foot-long, red white and blue sign strung up outside the ranch: THE MERRY PRANKSTERS WELCOME THE HELL’S ANGELS.
Ver o post original 1.428 mais palavras
Publicado em Sem categoria
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Asfalt Tango – Fanfare Ciocârlia
Publicado em musica
Com a tag Asfalt Tango, Fanfare Ciocârlia, música cigana, Romênia
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Os números d’O Escriba em 2014
Este blog perdeu um pouco sua identidade em 2014. Se antes era um espaço para debater assuntos cotidianos, dar opiniões sobre o mundo e suas idiossincrasias, e refletir a vida, este ano se transformou em espaço de exposição de minhas referências musicais e poéticas. Vez ou outra escrevi algo mais encorpado, mas realmente não estava inspirado para tal. Nem mesmo a história O Velho do Sobrado rendeu – esbocei um argumento, iniciei a construção do personagem central e… só. Talvez em 2015, quem sabe?
O WordPress preparou um resumo do que foi este blog em 2014. Está bem interessante e resolvi compartilhar com o mundo. Que me inspire a alterar novamente a identidade do blog.
Bom ano novo para todos!
Aqui está um resumo:
A sala de concertos em Sydney, Opera House tem lugar para 2.700 pessoas. Este blog foi visto por cerca de 10.000 vezes em Se fosse um show na Opera House, levaria cerca de 4 shows lotados para que muitas pessoas pudessem vê-lo.
Três Coisas – Paulo Mendes Campos #umpoemapordia
Não consigo entender
O tempo
A morte
Teu olhar
O tempo é muito comprido
A morte não tem sentido
Teu olhar me põe perdido
Não consigo medir
O tempo
A morte
Teu olhar
O tempo, quando é que cessa?
A morte, quando começa?
Teu olhar, quando se expressa?
Muito medo tenho
Do tempo
Da morte
De teu olhar
O tempo levanta o muro.
A morte será o escuro?
Em teu olhar me procuro.
(Paulo Mendes Campos nasceu em 1922 em Belo Horizonte e morreu em 1991 no Rio de Janeiro. Poeta e jornalista, é da mesma geração de Fernando Sabino, Otto Lara Resende e Helio Pellegrino. Seu primeiro livro, A Palavra Escrita, de poemas, foi publicado em 1951. Em 1962, experimentou LSD e relatou a experiência em artigos publicados na revista Manchete, reproduzidas depois nos livros O Colunista do Morro e Trinca de Copas.)
Publicado em livros, poesia
Com a tag A Palavra Escrita, Paulo Mendes Campos, poesia, três coisas
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What I Got – Sublime
Early in the mornin’
Risin’ to the street
Light me up that cigarette and I’ll strap shoes on my feet
Got to find a reason
Reason things just went wrong
Got to find a reason why my money’s all gone
I got a dalmation
I can still get high
I can play the guitar like a motherfuckin’ riot
Well life is…so love the one you got
Cause you might get run over or you might get shot
Never start no static I just get it of my chest
Never had a battle with no Bullet Broof Vest
Take a small example, take a tip from me
Take all of your money, give it up to charity
This is what I got this within my reach
And the sublime style still straight from Long Beach
It all comes back to you, you bound to get what you deserve
Try and test that, you’re bound to get served
Love’s what I got, don’t start a riot
You’ll feel it when the dance gets hot
Lovin’ is what I got, I said remember that
Lovin’ is what I got, now remember that
Lovin’ is what I got, I said remember that
Lovin’ is what I got, I got, I got, I got
I don’t cry when my dog runs away
I don’t get angry at the bills I have to pay
I don’t get angry when my mom smokes pot
Hits the bottle then goes back to the rock
Fuckin, fightin’, it’s all the same
Livin’ with Louie dog’s the only way to stay sane
Let the lovin’, let the lovin’ come back to me
Cause lovin’ is what I got, I said remember that
Lovin’ is what I got, And remember that
Lovin’ is what I got, I said remember that
Lovin’ is what I got, I got, I got I got
Kandinsky é música para os olhos
O doodle do Google de hoje é em homenagem ao pintor russo Василий Кандинский (Wassily Kandinsky), nascido em Moscou (1866) e morto em Neuilly-sur-Seine, França (1944), professor da escola Bauhaus e considerado o pai da arte abstrata.
Sempre curti, mas virei fã de carteirinha depois da exposição 500 Anos de Arte Russa, que levou 350 obras para a Oca do Parque do Ibirapuera em 2002. Kandinsky e outros vanguardistas russos, como Chagall, ganharam uma seção especial na Oca e lá passei boa parte do tempo de minha visita. Se, como diz Kandinsky, “a cor é a tecla. O olho é o martelo. A alma, o piano de inúmeras cordas”, então naquela tarde em São Paulo fui invadido por uma sinfonia e tanto.
O CCBB de Brasília tá com uma exposição bem interessante sobre Kandinsky, “Tudo Começa Num Ponto” que, além de mostrar a transição do pintor para arte figurativa para a abstrata, de maneira radical, dá detalhes sobre como o primitivismo e xamanismo mongol e siberiano inspiraram o artista. São mais de 150 peças, entre quadros dele, de artistas contemporâneos que o influenciaram e de itens xamânicos de um colecionador italiano. Já visitei umas três vezes. Gosto da música que Kandinsky oferece em seus quadros. É música pros meus olhos.
Publicado em arte
Com a tag 500 Anos de Arte Russa, arte abstrata, arte russa, Bauhaus, CCBB, exposição, Kandisnky, Rússia, Tudo Começa Num Ponto, xamanismo
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Narrativa – Paul Auster #umpoemapordia
Porque o que acontece jamais acontecerá,
e porque o que aconteceu
infinitamente acontece de novo,
Somos como fomos, tudo
mudou em nós, se falamos
do mundo
é somente por deixar o mundo
por falar. Princípio de inverno: as maçãs amarelas ainda
por cair
numa árvore desnuda, os rastros
de invisíveis cervos
na primeira neve, e então a neve
que não cessa. De nada
nos arrependemos. Como se pudéssemos ficar
nessa luz. Como se pudéssemos ficar no silêncio
deste único momento
de luz.








