Category Archives: poesia

Silêncio – Octavio Paz

Assim como do fundo da música brota uma nota que enquanto vibra cresce e se adelgaça até que noutra música emudece, brota do fundo do silêncio outro silêncio, aguda torre, espada, e sobe e cresce e nos suspende e enquanto … Continue lendo

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Velhos amigos

Meu coração e o seu coração são velhos, velhos amigos (Rumi)

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Confusão – Federico García Lorca

Meu coração é teu coração? Quem me reflexa pensamentos? Quem me presta esta paixão sem raízes? Por que muda meu traje de cores? Tudo é encruzilhada! Por que vês no céu tanta estrela? Irmão, és tu ou sou eu? E … Continue lendo

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Se – Rudyard Kipling

Se você puder manter a calma, quando todos à sua volta já a perderam, culpando-o por isso; Se você puder confiar em si, quando todos duvidam de você, mas puder também levar em consideração as dúvidas deles; Se você souber … Continue lendo

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Santo e Senha – Miguel Torga #umpoemapordia

Deixem passar quem vai na sua estrada. Deixem passar Quem vai cheio de noite e de luar. Deixem passar e não lhe digam nada. Deixem, que vai apenas Beber água de Sonho a qualquer fonte; Ou colher açucenas A um … Continue lendo

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A Palavra – Rubem Braga

Tanto que tenho falado, tanto que tenho escrito — como não imaginar que, sem querer, feri alguém? Às vezes sinto, numa pessoa que acabo de conhecer, uma hostilidade surda, ou uma reticência de mágoas. Imprudente ofício é este, de vi­ver … Continue lendo

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The Vagabond – Robert Louis Stevenson #umpoemapordia

(no vídeo, o poema lido num legítimo inglês da Escócia) Give to me the life I love, Let the lave go by me, Give the jolly heaven above And the byway nigh me. Bed in the bush with stars to … Continue lendo

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Custodia – Octavio Paz

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O Corvo, de Edgar Allan Poe, em tempos de NSA

Poema clássico do escritor americano adaptado para ‘homenagear’ a NSA, agência americana de segurança. Não sei quem é o autor da versão, mas ficou divertida. Infelizmente é complexo demais pra eu me aventurar na sua tradução… sorry!   Once upon … Continue lendo

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Alcoólicas – Hilda Hilst

(Alcoólicas – I) É crua a vida. Alça de tripa e metal. Nela despenco: pedra mórula ferida. É crua e dura a vida. Como um naco de víbora. Como-a no livor da língua Tinta, lavo-te os antebraços, Vida, lavo-me No … Continue lendo

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