Agora sim, as fotos

Algumas imagens para ilustrar o texto abaixo (clique nas fotos para ampliá-las).

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Momentos mágicos em Belém

Não conhecia Belém. Apesar de ter família na cidade, foi preciso o Greenpeace ir até lá pra eu circular pela capital nacional das mangas – as mangueiras estão por toda parte, para deleite da população e terror dos motoristas. Me senti em casa, até porque o belenense puxa o ‘S’ e o ‘R’ como os cariocas e descobri que tenho primos na cidade, Ivanir e Dolores, adoráveis, foi ótimo passar uma tarde com eles, mandando ver no açaí e na torta de bacuri, suco de cupuaçu, tudo isso ao som dos milhares de periquitos (ou maritacas, vai saber) que fazem ninhos na imensa árvore que fica em frente à igreja de Nossa Senhora de Nazaré e do prédio deles. Curti muito Belém, o calor, a chuva refrescante de fim de tarde, a rica gastronomia local, a simpatia das pessoas, a proximidade da floresta amazônica, a música (o reggae local é brilhante!). Espero voltar um dia, de preferência com meus filhos.

Ficar tanto tempo sem atualizar o blog é foda porque acontece tanta coisa nesse meio-tempo que fica até difícil de organizar tudo num post, sem que ele fique gigantesco e cansativo pra ler. Mas enfim, vou desaguar tudo que está na minha memória, assim, se sopetão, até porque já estou em Fortaleza e tenho que acordar cedo amanhã pra articular algumas entrevistas pro meu camarada Baitelo, a estrela desta parte da expedição Salvar o Planeta. É Agora ou Agora.

Como tava dizendo, passei uma tarde com meus primos, filhos do irmão do meu avô. Era um ramo da família que não conhecia, ou melhor, sabia deles, mas nunca os tinha visto, a não ser uma vez que foram a São Paulo, há um ano, e jantei com eles numa pizzaria. Quando meu pai me lembrou deles, liguei e marquei de almoçar, tomar café-da-manhã, visitar o barco, tudo, mas o que funcionou mesmo foi o aleatorismo (como sempre). Estava com a Mari indo a pé para encontrar a marcha, que já havia saído da Estação das Docas. No meio do caminho, me lembrei que os primos moravam por ali, liguei e acabamos assistindo parte da procissão da esquerda latino-americana do sétimo andar do prédio que fica em frente à praça da igreja. Quando o imenso boi inflável do Greenpeace apontou na esquina, descemos correndo para poder pegar carona.

Uma das coisas que mais me surpreenderam em Belém foi o carinho com que as pessoas receberam o Greenpeace na cidade. Sim, porque havia toda uma preocupação com segurança, fomos avisados para não andar pelas ruas com a camisa do Greenpeace, para não aceitar provocações, etc – afinal de contas, o Pará é um dos estados que mais desmata a floresta e mata pessoas que a defendem (mesmo que seja uma missionária septuagenária, como Dorothy Stang). Mas nada disso aconteceu, pelo contrário. Vi pessoas fazendo juras de amor ao Greenpeace, implorando por uma camisa ou fitinha que fosse, querendo embarcar para onde quer que fosse, exigindo a criação de um grupo de voluntários na cidade. Conquistamos eles – e eles nos conquistaram.

Me apaixonei também pela culinária paraense. Não sou muito de peixe, mas em Belém eu praticamente só comi peixe. Filhote ao tucupi, pirarucu com salada de feijão, tambaqui e arroz com jambu, tudo sempre com muita farinha de mandioca. Aliás, impressionante a quantidade de coisas que se faz com mandioca – farinha, molho, petisco, massa, sorvete. É uma dádiva. Comi várias vezes no barco também, comida bem boa, preparada pela Iracema (de Manaus) e por um cozinheiro filipino, cujo nome me foge agora (oops, foi mal…). Queria muito embarcar pra vir pra Fortaleza, mas me incluíram fora dessa. De qualquer forma, eu tinha que chegar antes pra chamar a imprensa pra todas as atividades que vamos preparar aqui no Ceará – além dos ‘open boats’, tem um seminário de energia eólica e um encontro com donos de restaurantes e supermercados de Fortaleza para mostrar os impactos negativos da carcinicultura (criação de camarão) no meio ambiente. Quem sabe numa próxima vez?

Pena não ter podido frequentar mais o Fórum Social Mundial. Estive por lá duas vezes apenas, só assisti palestras do Greenpeace e pouco contato travei com outras entidades presentes. Mas o clima era bem legal, diversidade à toda prova. Destaque para a grande presença de tribos indígenas e para o grande galpão montado em comemoração aos 50 anos da revolução cubana. Espero que o FSM volte para a Amazônia logo.

Ainda em Belém, encontrei gente que há tempos não via, como Oona, João e Sérgio Amadeu, que me ajudou a organizar uma boa festa de despedida do Greenpeace na cidade – um show do Fernando, do Teatro Mágico, em frente ao navio. O cara topou na hora e foi muito maneiro, juntou umas 300 pessoas em frente ao Arctic Sunrise. O vídeo desse sarau improvisado está aí embaixo. Já estamos até pensando em repetir a dose, aguardem!

As boas vibrações foram tantas que em seguida rolou uma festinha no heliponto do barco e, de lá, depois fomos para um carnaval de rua na Praça do Carmo e lá ficamos até umas quatro da matina. Como a noite era uma criança, ainda deu tempo de curti Juca Culatra e Power Trio no Açaí Biruta. Muito bom o som! E ficou ainda melhor quando Fernando, que nos acompanhou, foi reconhecido pelo guitarrista e chamado ao palco. Tocaram uma música do Teatro (confesso que não sei qual) e a galera veio abaixo, a exemplo do que aconteceu quando o grupo começou tocar Umbabarauma, do Jorge Ben, pra encerrar a apresentação. Gravei um trecho, taí embaixo também.

O sol nasceu, nossas energias acabaram e fomos pro hotel, leves como plumas. Dia seguinte, o último do barco em Belém, todo mundo cansado mas feliz. Ao fim do dia, desmontamos tudo e guardamos no navio, que neste exato momento navega para Fortaleza – deve chegar por aqui no dia 6.

Bom, se minha memória de samambaia plástica não falhou, foi mais ou menos isso que vi e vivi nos últimos dias. Agora é Fortaleza. Amanhã vou encontrar meu camarada Sávio, que abandonou a boa vida em São Paulo para ter uma melhor ainda aqui na terra de Sasha Grey. Mandou bem!

Acho que o post tá de bom tamanho pra segurar mais alguns dias sem postagem, né não? Enfim, vamos ver o que dá pra fazer. Inté!

(nao deu tempo de subir as fotos e os vídeos do Juca Culatra. Amanha eu faço isso.)

(Teatro Mágico e Greenpeace juntos, em Belém (janeiro/2009)

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Trilhas e sons

Hoje fui caminhando do hotel até a Estação das Docas, onde está o barco do Greenpeace. 1h20 em ritmo tranqüilo, mas firme. Parei duas vezes apenas, para tirar dinheiro e tomar um suco. E também para pedir informação para uns policiais, quando me confundi com uma das ruas. Perguntei como chegar e o cara mandou: “Ah, vai por esta rua… não, melhor não, por ali é perigoso, vai por aqui mesmo, seguindo reto e tal…” E imediatamente pensei: “Pô, se por ali é mais perigoso, o que ele está fazendo aqui?!?”

Mas cheguei na boa. Suei todo meu desapontamento e me senti aliviado. Andar deixa a gente mais centrado nas coisas, as idéias se organizam, vc tem tempo para contemplar, para refletir. A trilha sonora que escolhi trazer no meu N95 também ajudou: jazz funk, Bad Company, Sonics e JJ Cale, entre outros. Uma das músicas do JJ Cale que selecionei é uma versão belíssima de Golden Ring, do Eric Clapton. Confira abaixo:

E hoje tive meu primeiro contato com o Fórum Social Mundial, já que fui ao campus da UFPA para levar o Márcio Astrini, da campanha da Amazônia do Greenpeace, para dar uma entrevista ao vivo na Rádio Cultura, que montou um estúdio in loco. Depois, fui fazer credenciamento de imprensa. Gostei do que vi, o campus é arrumadinho, limpo e à beira do rio. Vai ser uma festa e tanto. Amanhã tem mais caminhada pra mim, pois rola a tarde a marcha que abre oficialmente o FSM e, no final, um prometido show do Manu Chao. Se der, posto algumas fotos aqui.

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O fim de semana em Belém

Tentei subir no orkut mais algumas fotos do tour do navio do Greenpeace em Belém, mas não rolou – acho que por conta da precariedade da internet aqui do hotel. Mas aqui no blog tá rolando, então publico pra compartilhar um pouco do que aconteceu neste fim de semana – e também pra eu não esquecer de publicar depois lá no orkut…

Publico também o vídeo que fizemos sobre o open boat (como chamamos a visitação pública ao barco) no fim de semana. A população de Belém tem prestigiado o evento em peso, foram mais de 2 mil pessoas no sábado e neste domingo. Mesmo com a forte chuva que cai vez ou outra, a galera não arreda pé da fila, se protege do jeito que dá para poder visitar o navio e saber o que o Greenpeace tem a dizer sobre as mudanças climáticas e soluções viáveis que pairam no horizonte. Foi bem legal.

É isso:

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Nome aos bois

O Guardian publicou a lista dos 25 responsáveis pela crise financeira que tanto problema tem causado no mundo. Só tem gente fina: Alan Greenspan, Bill Clinton, George W. Bush, executivos de bancos e seguradoras, grandes especuladores de Wall Street como George Soros e Warren Buffet, e até o público americano!

O jornal inglês mandou muito bem ao dar nomes aos bois dessa crise toda, afinal, é muito confortável dizer que a merda toda é apenas uma ‘circunstância de mercado’, como fazem diariamente certos analistas/comentaristas/jornalistas econômicos – aqui no Brasil e lá fora também. É triste ver como o jornalismo, com raríssimas exceções, está covarde, insosso, preguiçoso, a ponto de não confrontar quem realmente tem culpa no cartório. Se prende às filigranas, deixando o que realmente importa de lado (por incompetência e/ou negligência).

É bom ter a lista em vista quando um desses picaretas aparecer por aí, dando conselhos ao vento.

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Notas de Belém

Meu segundo dia de Belém (PA) e pouco ou nada vi da cidade. Apenas o trajeto entre o hotel porqueira onde estou (típico de rodoviária, saca?) e a Estação das Docas, onde está o navio do Greenpeace Arctic Sunrise. Tenho trabalhado direto no pequeno escritório do barco, articulando encontros da imprensa local com ativistas do Greenpeace para falar sobre a presença do Arctic na cidade, os open boats que vão rolar nos próximos dois fins de semana e a participação do grupo no Fórum Social Mundial, que começa no próximo dia 27.

Ontem, dia da chegada, depois de muito lutar com a precária conexão de internet do hotel e desse maldito modem 3G da Claro que trouxe pra cá, fui com a Mari pra Estação das Docas para jantar. É um local bem bonito, recém-reformado, com bons restaurantes. Fomos num dos indicados por locais, o Lá em Casa, onde comi um delicioso pirarucu com salada de feijão manteiga. Pra arrematar, um sorvete de açaí com tapioca.

Hoje passamos o dia no barco, onde almoçamos e jantamos. Clima delicioso, uma galera jovial, animada, guerreira, dos quatro cantos do mundo – tem canadense, americano, alemão, indiana, filipino, argentino, brasileiro, enfim. O meu grande momento do dia foi quando entrevistei o capitão do barco, Pete Wilcox, que foi o capitão do Rainbow Warrior, navio do Greenpeace que foi sabotado com bombas pelo serviço secreto francês em 1985. Ele estava a bordo e se salvou, juntamente com quase todos da tripulação – menos o fotográfo português Fernando, que ficou preso em sua cabine após as explosões. Em breve publicarei a entrevista aqui e também um vídeo que fizemos com ele.

Bom, vou nessa que amanhã tem mais trampo. Algumas fotos seguem abaixo:

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Um Guantanamo já foi, faltam dezenas de outras

Obama assinou hoje decreto para fechar a infame prisão de Guantanamo, em Cuba. Falta agora agir para fechar as centenas de prisões semelhantes que existem nos EUA, entupidas com imigrantes ilegais, detidos em condições muito semelhantes às dos supostos terroristas encarcerados .

Para entender melhor como funcionam essas prisões, confira a página interativa Homeland Guantanamo, obra dos caras do Free Range Studios, que criaram também as páginas de Meatrix e Story of Stuff.

Pelo andar da carruagem, Obama tá com moral e disposição pra acabar com muitos dos desmandos da era Bush. É aguardar pra ver.

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Engarrafamento aéreo

O vídeo acima mostra um dia típico de tráfego aéreo no mundo. É bizarro… Se fizessem um de embarcações que cruzam os oceanos seria algo muito parecido, talvez menos intenso.

Será que precisamos mesmo de tantos vôos cortandos os céus (e emitindo toneladas e mais toneladas de CO2 na atmosfera)? Não está na hora de remodelarmos o sistema de transporte mundial, priorizando meios menos impactantes no meio ambiente, como os trens?

Há quem argumente que viajar é preciso por conta de reuniões de trabalho e turismo, principalmente. Mas com tanta tecnologia que permite conferências online, essas reuniões podem ser feitas com cada um em seu lugar. E o turismo local, de vizinhança, pode ser tão ou mais interessante do que ir pro outro lado do planeta.

Stay grounded!

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Sustentabilidade no Campus Party já!

Aí estou eu sentado numa cadeira feita com garrafas pets (cortesia do pessoal do Ecoblogs), atualizando meu blog no Campus Party, quase meia-noite de terça-feira, às vésperas da viagem que fiz hoje para Belém, onde estou no momento escrivinhando. Sobre o evento eu escrevi no post abaixo, mas quero agora falar um pouco do que me deixou um pouco chateado lá: a falta de respeito e consciência ambiental dos organizadores do evento e também dos ‘campuseiros’.

Para se ter uma idéia, as poucas latas de lixo dedicadas aos recicláveis estavam entulhadas com tudo quanto é lixo, tudo misturado. A Paula levantou essa bola (e outras) lá no Rastro de Carbono e eu assino embaixo.

O que adianta falar de software livre, da importância de se manter a internet aberta e livre, da troca de informações, do desenvolvimento de ferramentas que facilitam nossa vida, e não prestar atenção a um item tão básico quanto a sustentabilidade do evento? Prometeram plantar árvores no ano passado para compensar o impacto ambiental do evento, mas ficou na promessa – e de mais a mais, plantar árvores é um tipo de dízimo ambiental que não resolve nada e só serve para aliviar a consciência dos que estão na verdade cagando e andando para o meio ambiente.

O Campus Party ganharia em credibilidade se prestasse mais atenção ao assunto, que está na agenda do dia de todos atualmente. Um evento desse tamanho não pode virar suas costas para o tema. E seus participantes muito menos.

Vamos pensar grande, pessoal! Vamos dar um salto de qualidade para o Campus Party 2010! Reciclagem de todo e qualquer lixo ali produzido, inclusive o eletrônico, geração de energia por fontes solares ou eólica, uso racional da água, alimentação orgânica, e por aí vai. Vamos promover o futuro, não ficar agarrado ao passado.

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O que é que o Campus Party tem?

Hoje fui ao Campus Party, fazer um networking básico, assistir à palestra do Tim Berners-Lee (o criador da internet) e mostrar um pouco da campanha Salvar o Planeta. É Agora ou Agora, do Greenpeace, aos ‘campuseiros’.

A palestra do Tim foi bem legal, apesar de bem técnica. Curti o Open Street Maps que apresentou e sua defesa veemente de uma internet aberta e universal. Para ver um trecho da palestra do cara, clique aqui. No Blue Bus achei um bom resumo do que ele falou, que reproduzo abaixo:

A coisa mais importante quando vocês forem desenvolver alguma coisa na web é a universalidade. Vocês têm que ser capazes de utilizá-la independentemente da plataforma, do sistema operacional, do browser ou da cultura que vocês estejam usando… É muito importante que a internet permaneça aberta. O futuro está nas mãos de vocês. Se o browser que você usa não tem padrões abertos, não use este browser. Vocês fazem a escolha. Vocês estão no controle.

Não preciso dizer que o cara foi ovacionado, né?

Circulei pouco, infelizmente, mas deu pra ter uma boa noção do que se trata essa bagaça aqui (escrevo ainda do pavilhão). A tal mega fucking rede de 10GB da Telefonica, claro, deu problemas a dar com pau. Ora funcionava, ora não. E fiquei horas pra subir um vídeo de 64MB pro Youtube, esse daí debaixo (acabei desistindo do youtube e subindo no Dailymotion). Porra, imaginei que fosse pra ser quase instantaneo com tanto giga na parada. Lá em casa, com a conexão ajato mequetrefe que tenho, levou mais ou menos isso…

Não tive tempo de almoçar, nem teria saco pra enfrentar a mega fila do bandeijão, então encarei um dogão prensado com tudo que tinha direito (ervilhas, milho, purê de batata, e sei lá mais o que), regado com uma tradicional coca-cola. Tá reverberando até agora.

Encontrei pessoas com quem trabalhei no projeto dos Telecentros, da prefeitura de SP, entre eles Sérgio Amadeu, grande figura e um dos responsáveis pelo conteúdo do Campus Party. Marcamos um chope em Belém, ambos estaremos lá por conta do Fórum Social Mundial. Também o pessoal do Ecoblogs, mestre Wagner, a formiguinha Sylvia e o dínamo Lúcia Freitas. Tive um papo maneiro com Maira, organizadora do Campus Verde aqui no Campus Party e com quem pretendo ainda trocar muitas idéias sobre um projeto a ser tocado mais pro meio do ano.

O Campus Party é um grande congraçamento de aficionados pela internet e uma troca alucinada de informação. Software livre por aqui reina, mas o mundo corporativo já está pondo suas manguinhas de fora, com ações por todo o espaço. Mas o pessoal, pelo jeito, não dá muita bola.

Vi máquinas incríveis, tunadas até não poder mais, algumas no limite do bom gosto, como vc poderá ver aqui. E ao lado da mesa que usei no Campus Verde estava um grupo de índios tupinambás, vindos de Ilhéus (sul da Bahia) que, depois de fumarem um gigantesco cachimbo, iniciaram cantos e danças bem animadas, embalando estas mal traçadas linhas. O fumacê bateu legal, como vc pode ver no vídeo que fiz e pus no Dailymotion, segue:


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Poucos vieram ver eles cantando e dançando porque Gilberto Gil estava no mesmo momento falando para uma tropa num palco ao lado. O cachimbo da paz dos tupinambás juntou mais gente do que a roda de cânticos e dança. Agora, a visão mais bizarra que tive aqui no Campus Party (não sei se foi efeito do fumacê do cachimbo) foi ver o ex-ministro Gil sair do palco seguido de uma trupê de nerds bicho-grilos com violões e bongôs, cantando músicas dele. Ê beleza…

Ah, estou twittando sobre a Campus Party, pra conferir é só clicar aqui.

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