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Me gusta el mar y la mujer cuando llora
las golondrinas y las malas señoras
saltar balcones y abrir las ventanas
y las muchachas en abril
Me gusta el vino tanto como las flores
y los amantes, pero no los señores
me encanta ser amigo de los ladrones
y las canciones en francés
No soy de aquí, ni soy de allá
no tengo edad, ni porvenir
y ser feliz es mi color
de identidad
Me gusta estar tirado siempre en la arena
y en bicicleta perseguir a Manuela
y todo el tiempo para ver las estrellas
con la María en el trigal
No soy de aquí, ni soy de allá
no tengo edad, ni porvenir
y ser feliz es mi color
de identidad
Chavela Vargas e Antonio Bribiesca (violão), em homenagem a Facundo Cabral. Existe outra versão desta canção, com letra ligeiramente modificada (mas não a melodia), com Jorge Cafrune.
Eu
Estou nas palavras
Tão morbidamente
Mudo:
Minhas sentenças são
Máscaras.
E –
Falo
A vós todos –
– Falo
Fábulas, –
– Porque –
Assim me foi designado,
A razão –
Não a entendo;-
– Porque –
Há tempos tudo se foi no escuro,
Porque – tudo é igual:
Quer eu
Saiba ou não saiba.
Porque só há tédio em toda parte.
Porque a fábula é de esmeralda,
Onde –
Tudo é outro.
Porque há esta avidez dos borrifos
Do prazer;
Porque a difícil
Existência
Para todos –
– Tem um só desenlace.
Porque –
– Em suma,-
– Para que
Este inferno?
Porque –
– Para todos
Há um só fim.
E me rompe este riso.
Do
Destino
De todos –
– E –
– De
Mim.
(poema de 1922 do poeta, romancista e crítico literário russo Andrei Biéli, um dos precursores do cubofuturismo. Tradução de Augusto de Campos)
Arquitetos norte-coreanos foram desafiados a pensar soluções futuristas para o desenvolvimento do turismo sustentável em seu país e o resultado foi bem interessante. A ideia partiu de uma empresa de turismo de Pequim, que promove viagens à Coreia do Norte. Eles deram um resumo geral da ideia a diversos arquitetos do Paektusan Architectural Institute de Pyongyang (capital norte-coreana), com um detalhe: não haveria limite para as possibilidades físicas, de escala ou de custos. Os arquitetos entregaram seus projetos de forma anônima e eles acabaram na Bienal de Arquitetura de Veneza, na Itália. Repare como todos os projetos, pelo menos desta pequena seleção, são integrados de maneira inteligente à natureza:
(Fonte: CNN)
“Veja, você foi condescendente comigo porque acredita em nossa remota necessidade de afeto, de nós, pobres e solitários soldados, mas em vez disso aí está o que sou, aí está como recebi sua cortesia, aí está a que ponto de ambição impossível, veja, cheguei.”
(Trecho de Os Amores Difíceis, livros de contos de Italo Calvino, 1958)
There ain’t no chains strong enough to hold me
Ain’t no breeze big enough to slow me
I’ll never have seen a river that’s too wide
There ain’t no jail tight enough to lock me
Ain’t no man big enough to stop me
I’ll be there if you ever want me by your side
Now there ain’t no rope tight enough to bind me
Look for me honey you will find me
any old time your ready with your charm
I’ll be there ready and a waitin’
there won’t be any hesitation
I’ll be right here if you ever want me in your arms
So love me if you ever gonna love me
I never have seen a road to ruff to ride
There ain’t no chains strong enough to hold me
There ain’t no breeze big enough to slow me
I’ll be there if you ever want me by your side
I’ll be there if you ever want me by your side
Música do álbum Okie, terceiro da carreira de J.J. Cale, gravado em 1974. A música foi originalmente lançada em 1954 pelo cantor de country Ray Price e chegou a ser regravada por Elvis Presley.
Criamos lá no site do PAC uma websérie chamada #mochilãoBR que tá dando gosto de ver (literalmente). São pequenos episódios em que mochileiros visitam obras do PAC pelo Brasil. Já temos 20 vídeos no ar – de um total de 36, que serão publicados até sexta-feira.
O meu preferido é este, do VLT da Baixada Santista. A dona Sônia é um barato! E ficou emocionadíssima com a surpresa que os mochileiros fizeram a ela. Uma fofa essa tiazinha!
Pra ver a websérie completa, use a playlist abaixo:
Aguardo críticas e sugestões (elogios também são bem-vindos… 🙂
Não me pergunte quem sou e não me diga para permanecer o mesmo. (Michel Foucault, que morreu há 30 anos)