Author Archives: jhcordeiro

Blefe, por Maria Rita Kehl

Dizaê, Maria Rita Kehl: “De fato, uma histérica pode facilmente identificar-se como alguém que blefa – não o tempo todo, não enquanto o sintoma está em pleno funcionamento, mas quando alguma coisa falha e ela se depara com o vazio … Continue lendo

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Passados

“Quantas vezes, quando o passado me pesava demais, eu me apegava à esperança de suprimi-lo radicalmente: mudar de ofício, de mulher, de cidade, de continente – um continente depois do outro, até dar a volta completa -, de hábitos, de … Continue lendo

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Areia movediça

“Quando entendemos que, apesar de todos os esforços, é uma mera questão de sorte se conseguimos ou não alcançar alguma coisa, quando entendemos portanto que em tudo o que fazemos e vivenciamos não passamos de areia movediça perante e para … Continue lendo

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Novo filme do Woody Allen é a repetição da excelência

É impressionante como Woody Allen consegue fazer sempre o mesmo filme e, ainda assim, dar aos espectadores novas sensações – e divertir como poucos. Pra mim, o diretor é o melhor cronista do cotidiano da vida moderna que temos no … Continue lendo

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Solidão é fundamental

Acabei de receber o texto abaixo por email. Foi inicialmente publicado neste blog. Tem tudo a ver com meu momento. E como não acredito em coincidências… SOLIDÃO É FUNDAMENTAL Por HILDA LUCAS Solidão é requisito para nascer e para morrer. … Continue lendo

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Voltando para casa

Going home Without my sorrow Going home Sometime tomorrow Going home To where it’s better Than before Going home Without my burden Going home Behind the curtain Going home Without the costume That I wore

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Diamonds in the Mine – Leonard Cohen

The woman in blue, she’s asking for revenge, man in white — that’s you — says he has no friends. The river is swollen up with rusty cans and the trees are burning in your promised land. And there are … Continue lendo

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Ao amor, com amor

Não sou bom com as coisas do coração, nunca fui. Sempre fugi do amor como o diabo da cruz, por justamente não saber lidar, tinha receio de sentir e não saber o que fazer, de ficar bobo, otário, não correspondido. … Continue lendo

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Bolero, de Ravel (Christoph Eschenbach, Orchestre de Paris)

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Boulez conduz Berlioz – Symphonie Fantastique

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