Clandestino – Playing For Change

Solo voy con mi pena
Sola va mi condena
Correr es mi destino
Para burlar la ley

Perdido en el corazón
De la grande babylon
Me dicen el clandestino
Por no llevar papel

Pa’ una ciudad del norte
Yo me fui a trabajar
Mi vida la dejé
Entre ceuta y gibraltar

Soy una raya en el mar
Fantasma en la ciudad
Mi vida va prohibida
Dice la autoridad

Solo voy con mi pena
Sola va mi condena
Correr es mi destino
Por no llevar papel

Perdido en el corazón
De la grande babylon
Me dicen el clandestino
Yo soy el quiebra ley

Mano negra clandestina
Peruano clandestino
Africano clandestino
Marihuana ilegal

Solo voy con mi pena
Sola va mi condena
Correr es mi destino
Para burlar la ley

Perdido en el corazón
De la grande babylon
Me dicen el clandestino
Por no llevar papel

Argelino clandestino
Nigeriano clandestino
Boliviano clandestino
Mano negra ilegal

clandestino(canção-título do primeiro álbum do cantor e compositor francês Manu Chao, ex-integrante do grupo Mano Negra, que homenageava uma organização anarquista que atuava na Andaluzia (Espanha) no final do século 19. Em 1992, o grupo fez se apresentou na Rio Eco 92, convenção mundial de meio ambiente. O show, nos Arcos da Lapa, contou com a presença de Jello Biafra, ex-vocalista da banda punk Dead Kennedys.)

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