35 e solteira

35 e solteira

Paula Schargorodky, uma argentina de 35 anos, se acostumou com a vida de solteira e cigana que leva por conta de sua profissão – assistente de produção. Também se acostumou a filmar seus namorados. Esta semana, Paula publicou um texto e um vídeo no New York Times refletindo sobre sua vida e como a sociedade cobra certas posições e atitudes, principalmente se você for mulher.

O vídeo você pode ver aqui. O texto, reproduzo abaixo em português:

Nos últimos 10 anos, eu filmei compulsivamente todo mundo e tudo por nenhuma razão específica. Todas as minhas histórias de amor e rompimentos foram gravadas e sistematicamente guardadas.

Conforme eu continuei a mudar de namorados e de cidades a cada dois anos, eu filme meus amigas com seus namorados, seus maridos e suas barrigas de grávidas, até que estivessem cercadas de crianças. Quando minha última amiga solteira da escola se casou, eu dormi na noite do casamento e não apareci.

Tenho 35 anos, sou argentina, judia e solteira.

E todas essas quatro categorias não parecem se dar bem juntas. Então decidi fazer um filme sobre as questões que venho tentando responder. ‘Regras sociais podem ser quebradas’, ou ‘será que minha juventude está finalmente acabando?’

Depois que terminei de filmar, encontrei alguém. Ele é imperfeito e eu o amo. Desta vez eu percebo que posso viver com questões sem respostas, e está tudo bem.

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