“a preocupação com a natureza é fruto do romantismo (coisa em que os alemães dos séculos 18, 19 e 20 foram muito bons), raiz do nacional-socialismo (prestem atenção: “socialismo”!). O romantismo foi muito marcado pela ideia de que os humanos poluem a divindade da natureza. Adorar a natureza é coisa de neopagão bobo: câncer é tão natural quanto foquinhas. Isso não significa que matar focas a pauladas seja bonito, mas significa que esse papo de “deusa-natureza” é coisa de fanático. Para muitas viúvas do Che, “ser verde” é o “produto utopia” que resta.”, por LUIZ FELIPE PONDÉ (em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2004200921.htm)
não sei se acompanha essa coluna, mas esse intelectual se apresenta como emissário do mau, do vício, do homem, ele não seria um fanático, também?
“a preocupação com a natureza é fruto do romantismo (coisa em que os alemães dos séculos 18, 19 e 20 foram muito bons), raiz do nacional-socialismo (prestem atenção: “socialismo”!). O romantismo foi muito marcado pela ideia de que os humanos poluem a divindade da natureza. Adorar a natureza é coisa de neopagão bobo: câncer é tão natural quanto foquinhas. Isso não significa que matar focas a pauladas seja bonito, mas significa que esse papo de “deusa-natureza” é coisa de fanático. Para muitas viúvas do Che, “ser verde” é o “produto utopia” que resta.”, por LUIZ FELIPE PONDÉ (em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2004200921.htm)
não sei se acompanha essa coluna, mas esse intelectual se apresenta como emissário do mau, do vício, do homem, ele não seria um fanático, também?