Para ministro do STF, índios e meio ambiente são ‘unha e carne’

O ministro Carlos Ayres Britto, do STF, relator da ação popular contra a demarcação contínua das terras indígenas na reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, votou agora há pouco pela sua improcedência, confirmando o direitos dos índios às suas terras na região. Afirmou ainda que todos os não-índios devem deixar a região.

Disse ele:

“Os rizicultores privados que passaram a explorar as terras indígenas em 1992 não tem qualquer direito adquirido na respectiva posse.”

O ministro Menezes Direito, pró-ruralistas e a favor da permanência dos arrozeiros na reserva indígena, pediu vista dos autos para segurar o jogo. O presidente do STF, Gilmar Mendes, suspendeu a sessão, que deve ser reiniciada amanhã.

Ayres Britto foi enfático ao afirmar que os índios e meio ambiente “são unha e carne” e que a presença dos índios nas fronteiras é “eficaz para a preservação ambiental e da soberania do país”, lembrando que eles se opuseram com eficiência e bravura às invasões de estrangeiros.

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3 respostas para Para ministro do STF, índios e meio ambiente são ‘unha e carne’

  1. escriba disse:

    obrigado, Sandra!
    bjs

  2. luana disse:

    pelo meio ambiente

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