Um jornal a serviço de quem mesmo?

Essa é boa: a Folha de S. Paulo doou mais de R$ 40 mil para a campanha de Paulo Renato Souza (PSDB) à Câmara dos Deputados na eleição do ano passado. Detalhe: o dinheiro foi doado DEPOIS da votação. Paulo Renato foi ministro da Educação no governo FHC.

A pergunta que não quer calar: a título de que foi feita essa doação?

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9 Responses to Um jornal a serviço de quem mesmo?

  1. Avatar de Fábio José de Mello Fábio José de Mello disse:

    A título de caridade, o que prova que o (tu)barão Frias tem coração de mãe.

  2. Avatar de manoel de brito manoel de brito disse:

    Um jornal a serviço do Brasil…
    Pois sim.
    Aliás sua manchete hoje – criticando o PAC – deixa pistas que o plano é bom.

  3. Brito, se Folha, Veja e Estadão dizem A, provavelmente é B….

  4. Avatar de Livia Livia disse:

    Jorge,
    nada a favor da FSP ou do Paulo Renato, mas doações ocorrem tb depois da campanha para q os deputados possam sanar dívidas com fornecedores de material para campanha…
    Quem dera q meu deputado tivesse recebido essa doação… he he he…
    bjs,
    Lívia

  5. humm.. tá explicada essa parte. Mas outra grande questão permanece: um veículo de comunicação deve doar para campanha? Em caso afirmativo, não deveria avisar seus leitores?

  6. Avatar de Ricardo Amorim Ricardo Amorim disse:

    segue a explicação publicada hoje (24/01/2007) pelo jornal. vai colar? quem vai monitorar se o Paulo Renato vai mesmo fazer a retificação?
    Folha pede ao TRE correção da prestação de conta de deputado

    DA REPORTAGEM LOCAL
    A Folha dará entrada hoje no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo a um pedido de retificação da prestação de contas da última campanha do deputado federal eleito Paulo Renato Souza (PSDB-SP).
    Por equívoco, a campanha do deputado eleito registrou na relação de “doações” entregue ao TRE um valor de R$ 42.354,30 em nome da Empresa Folha da Manhã S.A., que edita a Folha. O valor, contudo, corresponde à restituição de uma diferença de anúncios de publicidade paga a mais pela campanha do candidato.

    Os anúncios foram veiculados nos dias 3, 17, 24 e 29 de setembro último. Custaram R$ 38.052,00, mas, por engano, foram cobrados R$ 80.406,30. O jornal havia usado no cálculo da cobrança dos anúncios uma tabela que não era a reservada à publicidade eleitoral.
    Assim que o problema foi detectado, o dinheiro foi devolvido. A restituição está documentada em recibo assinado pelo coordenador financeiro da campanha, Sérgio Duarte Benatti.
    A campanha do candidato declarou à Folha que inscreveu o estorno como “doação” porque foi orientada a fazê-lo pelo tribunal.

  7. a-hã, então tá então….

  8. Avatar de Fábio José de Mello Fábio José de Mello disse:

    E eu sou o Tom Cruise.

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