
Essa é boa: a Folha de S. Paulo doou mais de R$ 40 mil para a campanha de Paulo Renato Souza (PSDB) à Câmara dos Deputados na eleição do ano passado. Detalhe: o dinheiro foi doado DEPOIS da votação. Paulo Renato foi ministro da Educação no governo FHC.
A pergunta que não quer calar: a título de que foi feita essa doação?
A título de caridade, o que prova que o (tu)barão Frias tem coração de mãe.
Só pode ser mesmo….
Um jornal a serviço do Brasil…
Pois sim.
Aliás sua manchete hoje – criticando o PAC – deixa pistas que o plano é bom.
Brito, se Folha, Veja e Estadão dizem A, provavelmente é B….
Jorge,
nada a favor da FSP ou do Paulo Renato, mas doações ocorrem tb depois da campanha para q os deputados possam sanar dívidas com fornecedores de material para campanha…
Quem dera q meu deputado tivesse recebido essa doação… he he he…
bjs,
Lívia
humm.. tá explicada essa parte. Mas outra grande questão permanece: um veículo de comunicação deve doar para campanha? Em caso afirmativo, não deveria avisar seus leitores?
segue a explicação publicada hoje (24/01/2007) pelo jornal. vai colar? quem vai monitorar se o Paulo Renato vai mesmo fazer a retificação?
Folha pede ao TRE correção da prestação de conta de deputado
DA REPORTAGEM LOCAL
A Folha dará entrada hoje no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo a um pedido de retificação da prestação de contas da última campanha do deputado federal eleito Paulo Renato Souza (PSDB-SP).
Por equívoco, a campanha do deputado eleito registrou na relação de “doações” entregue ao TRE um valor de R$ 42.354,30 em nome da Empresa Folha da Manhã S.A., que edita a Folha. O valor, contudo, corresponde à restituição de uma diferença de anúncios de publicidade paga a mais pela campanha do candidato.
Os anúncios foram veiculados nos dias 3, 17, 24 e 29 de setembro último. Custaram R$ 38.052,00, mas, por engano, foram cobrados R$ 80.406,30. O jornal havia usado no cálculo da cobrança dos anúncios uma tabela que não era a reservada à publicidade eleitoral.
Assim que o problema foi detectado, o dinheiro foi devolvido. A restituição está documentada em recibo assinado pelo coordenador financeiro da campanha, Sérgio Duarte Benatti.
A campanha do candidato declarou à Folha que inscreveu o estorno como “doação” porque foi orientada a fazê-lo pelo tribunal.
a-hã, então tá então….
E eu sou o Tom Cruise.