Quer tirar o clipeiro do sério? Experimenta deixar um comentário na coluna dele no Globo Online exigindo que explique a participação de sua mulher, Rebeca Scatrut, no desvio de R$ 33 milhões do Incra entre 1998 e 2002.
Além da patroa, o amigão Raul Jungmann (ex-ministro e atual deputado federal) também está encalacrado na história. Por isso Nobláblá está entocado. Parece que gastou toda sua indignação contra o PT.
Hehehehehe… “clipeiro” é muito engraçado. Acaba com qualquer jornalista…
hehehe, pois é… e eu fui, com muita honra, clipeiro por 4 anos, na Odebrecht…
Putz, vou tentar. Depois eu conto o que aconteceu. hehehe.
“Gostaria de saber do defensor da moraaalll e dos bons costumes como ele explica o fato da patroa andar metendo a mão na grana alheia, de acordo com denúncias do MP. E mais: como a imprensa esconde esse escândalo? Quem tem a mídia como amiga não morre pagão, não é verdade? Se confirmada a denúncia, seria o caso de prender a sua mulher – ou eu estou errado? De minha parte, estou indignado. É um mar de lama jamais visto desde os tempos do Collor! Jornalistas roubando… Epa, calma. Vamos esperar o posicionamento da justiça.”
Vai pro cliping? Duvido.
mandou essa lá? em qual tópico? só pra ver se ele publicou!
Ah, mas é um argumento, certo? Ele não vai mais conseguir fazer discurso de indignado sem ter de ouvir a contrapartida. Principalmente em se tratando de Internet. Não será surpresa se ele voltar para a Redação daqui a umas semanas e der um tempo no blog.
Caro Jorge Cordeiro, é importe salientar que no caso Raul Jugman, a denúnnica feita pelo MP não indica nenhum tipo de crime. Como todos sabemos a família de Ricardo Noblat, incluindo sua esposa, faz parte de uma rarissíma ética encontrada em Brasília. Noblat foi o único a ter coragem de ir contra o coronelismo que percistia em Brasília, e por isso foi mandado embora do Correio Braziliense. Agora, as pessoas do mesmo tipo de laia de Joquim Roiz, estão querendo enfraquecer a bancada da ética na câmara. Então, antes de falar de alguém como Noblat, pense pelo menos na liberedade de expressão, coisa que aqui em Brasília não encontramos mais e começo a ver que está se expandindo por todo Brasil. Outra, Ricardo foi um dos primeiros a noticiar em seu blog a denuncia do MP, porque ele faria isso se tem o “rabo preso”?! Acredito que toda essa sua forma de comentar sobre o assunto, seja muita inveja, já que você nunca chegou perto da postura, reconhecimento, etc. de Noblat. Por mais que você queira o cara é cobiçado por todos os sites desde pais. Ele é o principal formador de opnião política que temos, então, resumindo, pare de inveja tente melhorar o seu trabalho.
Curioso é, Thiago, que ele está cheio de dedos pra tratar o assunto, exigindo a presunção de inocência dos acusados, bem diferente de como agiu no caso dos deputados envolvidos no suposto caso do ‘mensalão’… Agora vale, antes não? Qual o critério? Seria o fato de Jungmann ser um amigão das antigas e Rebeca, sua esposa? Por que ele não se mostra indignado com o desvio de R$ 33 milhões?!? Por que ele não explica o envolvimento da patroa no caso?
Também acho todos são inocentes antes que se prove o contrário, mas ele linchou gente pacas ano passado pra posar de democrata e republicano agora.
Nobláblá é uma vaca sagrada do jornalismo, concordo. Mas de vaca sagrada o jornalismo brasileiro tá cheio. Talvez por isso seja essa draga que vemos e lemos todos os dias. Menos presunção e mais honestidade seria o mínimo que poderíamos esperar dele. Mas pode sentar aí, porque vai demorar…
Caro Jorge, não vejo o Noblat cheio de dedos para tratar do assunto, ontem mesmo ninguém postou nada sobre o caso, ele foi o único a colocar em seu blog novidades do andamento do processo… Acho que houve critério sim e imparcialidade, o caso do mensalão haviam fatos e provas que colocassem alguns parlamentares em situações complicadas. Já nesse caso, não há nenhuma indicação de crime, muito menos fatos ou provas. A única coisa que o MP coloca é a forma irregular de contratação. Coisa que todos que conhecem um pouco o ramo de comunicação, sabe que essas contratações eram feitas atrevés de agências e não haviam licitações. Não há no processo, nada que indique desvio ou distribuição de verbas, somente a forma de contratação. Concordo dele não explicar o envolvimento de sua esposa no caso, se ele fizesse isso, não estaria sendo imparcial, ferindo a ética do jornalismo. Você coloca honestidade… a onde ele faltou com honestidade com seus leitores ou com qualquer outra pessoa? Pelo contratário, mesmo podendo ser atingido, escreveu e continua escrevendo sobre o assunto. Espero que tudo isso não demore tanto para acabar, já que o caso será julgado no STF, Jugman foi reeleito e só pode ser jugaldo pelo Supremo.
O Thomaz, no Comunique-se, veio com a história de que a ação não é penal, é cível. Não haveria crime, mas antes um erro de administração da coisa pública, pelo qual o dinheiro do erário foi empregado erroneamente e, por isso, tem de ser devolvido – não configurando, assim, “desvio”.
Primeiro: a imprensa está de fato, como o próprio Thiago escreve nesta página, sendo muito discreta quanto ao caso. Absurdamente discreta, eu diria.
Segundo: não se discutiu, até aqui, o mérito da questão. Jungmann e Rebecca podem até mesmo não ter cometido os erros que o MP lhes atribui. O problema é que o tratamento que estão recebendo por parte da imprensa, a começar pelo próprio Noblat, é o contrário do tratamento que muitos dos erroneamente acusados de falcatruas nos dois últimos anos receberam desta mesma parte da imprensa, a começar pelo próprio Noblat. E a presunção de inocência devia ter valido para todos.
Terceiro: no mérito, entretanto, distingüir entre ações cível e penal não faria diferença. Se fosse provada a culpa – coloco nesse termo porque o próprio Jungmann apareceu hoje falando que iria “provar sua inocência”, um absurdo jurídico típico da terra brasilis – estaria configurado o mau uso do dinheiro público.
Claro que o Thiago está cheio de dedos, ele trabalha no financeiro da Informe, empresa da mulher do Noblat
É verdade, Thiago?
Jorge Cordeiro, engraçado que para atacar o Noblat vc usa o discurso de que ele não deu chances de defesa para os acusados pelo mensalão.
Em seguida, de forma mesquinha e parcial, vc mete o pau nessa história mal contada que envolve a mulher dele.
Comete, portanto, o mesmo erro que atribui ao Noblat. E ainda com o agravo de fazer um jogo sujo e baixo, em cima de uma história que não tem indício algum da participação da mulher dele. Ao contrário, no caso do mensalão, os fatos estavam escancarados.
A maneira como vc coloca o título da sua nota dá a enteder que a mulher dele roubou 33 milhões de reais. Sendo que esse dinheiro diz repeito a uma verba usada na área de comunicação para contratar diversar empreasas e não só a da mulher do Noblat.
Vc devia ter vergonha na cara e deixar a inveja e o jogo sujo só com os políticos do mensalão que tu agora defendes.
pois é, né Luis? Pimenta do cu dos outros é refresco, meu caro…
Quero deixar registrado neste debate que o Noblat é co-responsável pelo sucesso comercial da Informe de faze-la chegar a ser uma das 5 maiores empresas de Assessoria nacionais.
Tanto que na saída do Noblat no Correio Braziliense. Entre outras coisas, foi acusado de trabalhar em proveito de familiares e por partidarização do jornal. Também é notável a participação do Raul Jugman no Correio na era Noblat.
Vide:
http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos/jd020420031.htm
Também quero deixar claro meu reconhecimento pela eficiência do homem por seu trabalho no Correio Braziliense e por seu pionerismo em jornalismo virtual. Mas muito desse debate se deve pela fama/glamurização que foi construída a sua imagem e nome. Ai adentra-se no debate ético: jornalista pode ser a noticia? Ou deve apenas fazer a noticia?
Essa é para vocês prós e contra Noblat discutirem nesse espaço.
A imprensa e a faz sempre fugiu como diabo da cruz dos holofotes, mas acho importantissimo a imprensa discutir a imprensa, o publico discutir a imprensa. Não podemos sacralizar o jornalismo. A mídia é falível e criticável. Tem que ser.
Noblat pioneiro no jornalismo virtual? Heim?!?!? Que ele é um puta jornalista, não se discute. Mas também se revelou um tremendo picareta…
Perdão fui vago no pioneirismo. Mas no quesito blog ele tem seus créditos na história do jornalismo virtual brasileiro.
Agora li aqui na net, que o pernambucano ta sofrendo “um linchamento moral na internet”, agora se o cara é bom mesmo ele vai saber sair fortalecido dessa história toda. Mas se ele quer se fortalecer ele deve encarar os debates e responder com maestria todas as perguntas. Até o Lula( outro pernambucano) aprendeu a não fugir de debates nessa eleições.
A Imprensa brazuca é paupérrima em auto-analise. Exemplos: quais jornais tem correspondentes internacionais na Bolívia e na Venezuela? Quem debate sobre as capas e o conteúdo da revista veja? quem monopoliza os meios de comunicação no estado da Bahia? existe em algum lugar do mundo liberdade de imprensa? Pôr que o governo federal só repassa dinheiro para a grande mídia? porque existe uma verdadeira caça as bruxas as rádios comunitárias? Porque só o JB e a Gazeta estão falando do aluguel/invasão da Amazônia? Qual será o futuro do jornalismo com a inclusão do jornalismo virtual?
A chegada da TV digital no celular?
Quem leu o artigo do Paulo Henrique Amorim na Carta Capital, que disse que a rede globo está perdendo forças com concorrência da record. E que as empresas telefônicas ganham num trimestre o que a globo ganha durante um ano. O celular como veiculo de comunicação não pertence a globo. As telefônicas irão ter seu canal próprio, terão o seu jornal nacional próprio. É uma concorrência de peso que ninguém na mídia discute. Algo que pode abalar o monopólio da globo.
O tal blog do Nobláblá é na verdade um grande clipping do noticiario, raramente tem algo que ele escreve ou comenta. Conheço ‘n’ blogs de política mais interessantes do que o dele. Mas é inegável a importancia do blog para a gente saber o que saiu nos jornais. Afinal, clipping é pra isso mesmo…