Kelly Slater que se cuide!

Sou carioca mas nunca surfei. Peguei jacaré, o que é beeeem diferente. Na prancha, sempre fui um baita zé ruela – nem em pé conseguia ficar. Eis que meu filho Martim passa férias em Camburi, litoral norte de São Paulo, e no primeiro dia de aula de surfe deu um show:

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Martim arrepiando nas ondas e Sofia conquistando corações na areia:

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Robert Plant não é um ectoplasma

O cara comprovou isso não no show tardio do Led Zeppelin, em dezembro passado em Londres, mas no belíssimo disco que gravou com a Alison Krauss, Raising Sand, lançado dois meses antes. Uma pena que tenha sido completamente ofuscado pela tsunami zeppeliniana…

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Baleeiros divulgam imagens da invasão de navio na Antártica

O usuário Isanatori colocou hoje no YouTube diversas imagens gravadas de dentro do baleeiro que foi invadido por ativistas do Sea Shepherd esta semana na Antártica, mostrando como eles foram rendidos e amarrados no deck.

Outros vídeos mostram também a aproximação do Steve Irwin, navio do Sea Shepherd, e de botes infláveis, de onde ativistas tentaram jogar o que fiquei sabendo ser bombas de cheiro (sim, aquelas horrorosas de lojas de mágica e afins) em um dos navios japoneses.

O vídeo mais interessante é aquele em que os ativistas Giles Lane, britânico de 35 anos, e Benjamin Potts, australiano de 28, estão numa cabine do baleeiro recebendo água e comida. Eles estão sorridentes e chegam a confraternizar com um marinheiro japonês, que provoca: “Essa garrafa (de água) é nova, pode tomar, não tem veneno…” E todos riem. Veja aqui. Não me parece que tenha havido qualquer tipo de agressão por parte dos japoneses, como alegou o pessoal do Sea Shepherd.

Os dois ativistas já foram ‘libertados’, sendo entregues à tripulação do Ocean Viking, navio do governo australiano que também chegou à Antártica para acompanhar a caça de baleias promovida pelo Japão, se juntando ao Esperanza do Greenpeace e ao Steve Irwin, do Sea Shepherd.

Essa confusão toda que tá rolando na Antártica foi bem retratada pelo divertido jogo Harpooned, em que vc comanda um baleeiro por entre icebergs e baleias de várias espécies – com direito a botes infláveis e helicópteros de ativistas ambientais para atrapalhar – com a missão de “conduzir pesquisa altamente científica com baleias na Antártica”. Veja o trailer do jogo e descubra como funciona essa ‘pesquisa científica’ e quais os seus principais resultados:

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Rasta Laden pede paz

Esse figura aí, de cabelo rasta e jaqueta de couro, é Omar Osama bin Laden – um dos 19 filhos do ômi. Tem 26 anos, é casado com uma britânica de 52 e chegou a treinar em acampamentos da Al-Qaeda no Afeganistão, de 1996 a 2000, quando voltou a viver na sua terra natal, a Arábia Saudita. Agora ele quer promover o entendimento entre muçulmanos e o ocidente, e se transformar em um embaixador da paz. Como? Promovendo uma corrida de cavalos pelo norte da África! Vai entender

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A cura para a histeria amarela

Enquanto uns são irresponsáveis, outros tentam trazer o pessoal de volta ao bom senso nessa história toda de febre amarela. O médico Dráuzio Varella pegou a doença em 2004 por descuido e ainda assim não recomenda a vacinação em massa, medida considerada por ele “pouco inteligente”.

Leia abaixo a entrevista concedida por Dráuzio a um repórter do mesmo jornal da criatura histérica que defende a corrida desembestada aos postos de vacinação (será que a Fiocruz dá conta de produzir 180 milhões de vacinas? Ou ela defende a vacinação apenas de alguns poucos eleitos? Ou vale quem chegar primeiro e o resto que se dane? Respostas para o email dela.):

“É uma situação normal”, diz Drauzio Varella

VINÍCIUS QUEIROZ GALVÃO
DA REPORTAGEM LOCAL

De cinco casos de febre amarela notificados pela vigilância sanitária no ano de 2004, três pacientes morreram. Um dos dois sobreviventes é o cancerologista Drauzio Varella, 64.

Infectado numa viagem à Amazônia dias antes, com vacina vencida havia ao menos duas décadas, o médico diz que a exposição da doença nos meios de comunicação nos últimos dias deve levar a um aumento no número de casos “por que os médicos vão fazer mais diagnósticos.”

No livro “O Médico Doente”, Drauzio narra a experiência com a doença. Leia abaixo os principais trechos da entrevista, concedida ontem no intervalo de atendimento a pacientes no Hospital Sírio-Libanês.

FOLHA – Dá para falar em surto?
DRAUZIO VARELLA
– Acho que não. O que acontece é um fenômeno de imprensa. E isso é clássico na história das epidemias. Toda vez que surge uma, os governos negam. E a imprensa vai atrás, no rastro da doença. Estamos vivendo uma situação normal. As pessoas achavam que a febre amarela havia saído do repertório. E agora volta. Acho importante voltar para que se tenha idéia de que existe.

FOLHA – O senhor não vê esses casos como um alerta?
DRAUZIO
– Não vejo mesmo. O problema dessas fases de pânico é que muita gente que não precisa vai tomar a vacina. O sujeito está em São Paulo e vai ao Guarujá e quer se vacinar. Aí cria-se um problema social, engrossam-se as filas. E o sujeito que precisa não vai tomar. Eu acho até que essa preocupação com a febre amarela silvestre vai aumentar o número de casos porque os médicos vão fazer mais o diagnóstico.

FOLHA – Então há subnotificação…
DRAUZIO
– Fui cuidado por médicos da melhor competência, todos professores da USP, gente com muita experiência. Nenhum deles tinha visto sequer um caso de febre amarela.

FOLHA – E qual o diagnóstico?
DRAUZIO
– Chega alguém com febre alta, é dengue ou passa como outros diagnósticos.

FOLHA – Qual a possibilidade real da urbanização da doença?
DRAUZIO
– Sempre existe, porque persistem as condições. A doença não desapareceu.

FOLHA – Não dá para erradicar a febre amarela?
DRAUZIO
– É impossível. Só se se puser fogo em todas as florestas, matar todos os macacos.

FOLHA – Qual a gravidade real da doença?
DRAUZIO
– É muito grave. A doença se instala abruptamente. Vem do nada. De repente sente-se um frio horrível. E quando se mede a temperatura é febre de 40C.

FOLHA – Qual a dificuldade de achar a cura para febre amarela?
DRAUZIO
– É uma doença de pobre, que atinge um número muito pequeno de pessoas.

FOLHA – Achou que fosse morrer?
DRAUZIO
– Achei. Não tanto pelo fato de me sentir muito mal. O que me deu a idéia de que iria morrer foram os exames. O fato de ser médico e ver o que estava acontecendo.

FOLHA – Não foi descaso do senhor de não tomar a vacina sabendo que viajava a regiões endêmicas?
DRAUZIO
– É a história de não ter mais a preocupação. Ninguém fala em febre amarela.

FOLHA – O senhor é maratonista, tem preparo físico, não fuma. Isso ajudou na recuperação da doença?
DRAUZIO
– Sim. Se eu fosse despreparado, obeso, cardíaco, se tivesse um problema de base não teria sobrevivido.

FOLHA – O senhor foi atendido num dos melhores hospitais do Brasil. E ainda assim diz ter sofrido. E um doente numa região pobre?
DRAUZIO
– Morre. Morre.

FOLHA – Em seu livro “O médico doente” o senhor relata uma resistência à doença e a ser internado. Como é essa relação ambígua do médico com a doença?
DRAUZIO
– Essa relação é horrível. E não sou só eu, não. Isso é geral entre os médicos, que resistem à condição de paciente, a passar para o outro lado.

FOLHA – Mas por que isso?
DRAUZIO
– Eu não sei. É o papel que exerci a vida inteira e agora os outros estão nele, e não eu. Mas isso acontece muito com os médicos. Alguns morrem por causa disso. Os problemas mais simples os médicos costumam resolver eles mesmos.

FOLHA – A vacina é um pouco controversa. Desde 1999 quatro pessoas morreram depois da imunização. O risco compensa?

DRAUZIO – Não existe vacina segura. É tudo uma questão de analisar o risco e o benefício. Por isso não tem sentido sair vacinando as pessoas na cidade.

FOLHA – O senhor é contra a vacinação coletiva?
DRAUZIO
– Está errado. Não é a medida mais inteligente.

FOLHA – O país deveria criar uma zona de vacinação compulsória?
DRAUZIO – Não sei, do ponto de vista técnico, como se faria isso. Aí entra uma questão de estratégia de saúde pública. Acho complicado fazer isso.

Tem também a entrevista que o Luiz Carlos Azenha fez com Celso Francisco Granato, chefe do laboratório de virologia da UNIFESP. Ele confirma: é um absurdo pedir para que todos os brasileiros se vacinem contra a febre amarela. Confira aqui o áudio dessa entrevista.

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Comendo a Amazônia

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O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, descobriu a pólvora! Admitiu que há derrubada da floresta amazônica para abertura de pasto. Não é genial?

Aproveitando o caso, cada vez mais me preocupa o aumento de consumo de carne no mundo. É insustentável. No Brasil hoje temos mais bois do que gente, e esse gado todo consome quase o dobro de água do que um ser humano, além de 80% dos grãos produzidos no país (milho, soja, etc). Tenho reduzido o meu consumo, mas o que vejo por aí são as pessoas comendo mais e mais, se empanturrando, engordando, tendo problemas de saúde (quem consome carne em excesso tem 30% de chance a mais de ter câncer), e dando uma banana quando apontamos os problemas.

Acho mesmo que o futuro da humanidade é vegetariano. Não por imposição ou mesmo gosto, mas por necessidade. E há quem diga ser isto a coisa mais natural do mundo.

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Japoneses seqüestram ativistas da Sea Shepherd

Veja a matéria feita pelo jornalista da BBC que está a bordo do navio Esperanza, do Greenpeace:

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Histeria amarela

A dama do ‘caos aéreo’ volta a carga nas asas da febre amarela. No último dia 9 de janeiro, Eliane Cantanhêde (colunista da Folha de S. Paulo e casada com um marqueteiro tucano, Gilnei Rampazzo) escreveu um texto altamente irresponsável, Alerta Amarelo, incitando os brasileiros a se vacinarem contra a febre amarela.

Diz ela:

Com sua licença, vou usar este espaço para fazer um apelo para você que mora no Brasil, não importa onde: vacine-se contra a febre amarela! Não deixe para amanhã, depois, semana que vem… Vacine-se logo!

A febre amarela é uma doença infecciosa causada por vírus e pode ser fatal. Hoje mesmo (terça, 08/01), morreu um homem de 38 anos em Brasília, plena capital da República, com febre alta, dores musculares, náuseas e vômitos. Possivelmente, foi vítima da doença. O alerta nem é mais amarelo, já é vermelho. E a vacina é altamente eficaz. Tomou, está livre da doença.

A colunista só esqueceu de avisar que as mortes e os casos confirmados até aqui são de pessoas que estavam ou na mata ou em regiões com incidência da doença (centro-oeste ou norte do país), algo perfeitamente compreensível. Não há uma epidemia, porque a doença não está fora de controle nem aparece em locais onde não se esperaria que ela ocorresse – nas cidades, por exemplo.

Anthony Erick Guimarães, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), única instituição na América Sul a fabricar a vacina contra a febre amarela, em debate na TV Pública, considerou um absurdo o auê promovido pela imprensa e diz que a situação está sob controle – ver no blog do Luis Nassif.

O desespero infundado está sendo alimentado por parte da mídia que não perde oportunidade de fazer política com tragédias – foi assim com os acidentes com os aviões da Gol e TAM, o tal ‘caos aéreo’, acidentes fatais em rodovias, etc. A Fiocruz está desesperada e pedindo para o pessoal se acalmar e não se vacinar a torto e direito. Se vc tomou a vacina menos de 10 anos atrás, não vive em região de mata e nem vai viajar para uma, então não precisa dela. Mas vi gente na TV dizendo que ia tomar de novo só pra ‘reforçar’!E os jornais dando manchetes e mais manchetes sobre os casos normais de febre amarela. Mais do que normais. Saca só:

2000: 85 casos (42 mortes)
2001: 41 casos (22 mortes)
2002: 15 casos (6 mortes)
2003: 64 casos (22 mortes)
2004: 5 casos (3 mortes)
2005: 3 casos (3 mortes)
2006: 2 casos (2 mortes)
2007: 6 casos (5 mortes)
2008 (até agora): 6 casos confirmados (3 mortes)

Todos os casos e mortes deste ano foram nas áreas em que a doença é endêmica. Onde está, pois, a epidemia? Onde está o motivo para tamanho alarde? Só na cabeça de jornalistas adeptos da cultura do medo.

Acho que nem a Cantanhêde conseguiria explicar… Por isso já há quem defenda que ela seja enquadrada na Lei de Contravenções Penais, que diz em seu artigo 41:

Provocar alarme, anunciando desastre ou perigo inexistente, ou praticar qualquer ato capaz de produzir pânico ou tumulto:

Pena – prisão simples, de 15 dias a 6 meses, ou multa.

Outros dizem que Eliane foi terrorista em sua coluna e portanto deve ser entregue ao Bush. Boa idéia!

ATUALIZAÇÃO: A terrorista voltou a carga esta semana, renovando o apelo histérico. Irresponsabilidade pouca é bobagem…

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É transgênico? Tem que rotular!

O Greenpeace e a sociedade brasileira conseguiram uma baita vitória esta semana: a rotulagem de produtos feitos com matéria-prima transgênica. Pelo menos de um deles, o óleo de soja Soya, da Bunge, um dos mais vendidos no Brasil. O primeiro lote chegou aos mercados esta semana já com o rótulo conforme exige a lei, mas isso só aconteceu depois que uma denúncia do Greenpeace, feita em 2005, foi levada à Justiça pelo Ministério Público de São Paulo por meio de uma ação civil pública. A Cargill também foi citada na denúncia e na ação, mas não se mexeu.

Esse pode ser o primeiro passo para a rotulagem geral e irrestrita de produtos vendidos no mercado sem a devida informação ao consumidor – ver a lista do que é ou não transgênico, segundo o Greenpeace.

Além disso, o respeito à lei de rotulagem pode causar um efeito cascata de proteção ao consumidor, conforme explica Gabriela Vuolo, coordenadora da campanha de Engenharia Genética do Greenpeace, em seu blog:

Agora, cá entre nós, eu tenho a impressão de que as pessoas ainda não tem idéia do que essa rotulagem representa. Porque existem inúmeras leis municipais e estaduais que tratam de alimentos transgênicos – leis que até agora não tinham como ser cumpridas porque não havia nenhuma produto rotulado no mercado. Agora, essas leis terão que ser colocadas em prática.

No estado do Acre, por exemplo, é proibida a venda de qualquer produto feito com transgênicos. No estado do Rio de Janeiro, as merendas escolares não podem conter nenhum produto derivado de transgênicos. E a melhor: na Cidade Maravilhosa, qualquer supermercado que venda um produto derivado de transgênico terá que colocar um aviso na gôndola, e os bares e restaurantes cariocas que usarem produtos transgênicos na elaboração de itens destinados ao consumo humano deverão informar isso aos clientes. Ou seja, comer um pastelzinho em qualquer boteco do Rio vai ficar muito mais seguro. E mais ambientalmente correto também.

É claro que seria melhor que não tivesse nenhum produto rotulado nos supermercados. Mas já que a soja transgênica está sendo usada, então o mínimo que as empresas têm que fazer é informar. Assim cada um pode escolher o que vai levar pra casa. E assumir a sua parcela de responsabilidade na proteção do meio ambiente.

Por enquanto apenas uma marca de óleo de soja de uma empresa está rotulada. Mas vamos manter a pressão para que TODAS as marcas de TODAS as empresas que usam matéria-prima transgênica estejam rotuladas no Brasil, conforme exige a lei. É o mínimo que elas podem fazer para manter o consumidor bem informado.

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Todos contra a Estrela da Morte na Antártica

Depois de dois meses de perseguição, finalmente encontramos a frota baleeira japonesa que está na Antártica para matar cerca de mil baleias. A tripulação internacional a bordo do Esperanza está com a adrenalina nas alturas depois de avistar o imenso navio-fábrica Nisshin Maru, a ‘estrela da morte’ da frota japonesa, responsável por retalhar, processar, empacotar e congelar toneladas de carne de baleias.

O Nisshin apareceu nas primeiras horas de sábado (noite de sexta pra gente), em meio à névoa (como mostra a foto acima), e sua visão – por tudo que representa de ruim – causa até um certo calafrio, como me garantiu ontem por skype minha camarada Leandra, que é campaigner de Oceanos do Greenpeace Brasil e está a bordo do Esperanza.

O Japão está empreendendo a maior caçada de baleias da história no Santuário de Baleias da Antártica, o que tem gerado muitos protestos em todo o mundo.Agora é que vai começar a ‘brincadeira’ pra valer. Se os japoneses não cancelarem a caça, o pessoal do Greenpeace vai promover uma série de ações diretas não-violentas, e desta vez a ONG está bem equipada para mostrar ao mundo o que realmente acontece por lá, com tecnologia boa o suficiente para fazer inéditas transmissões de TV ao vivo diretamente da Antártica.

O pessoal no Esperanza tem produzido diversos vídeos que mostram a perseguição aos baleeiros e contam porque a caça científica é uma falácia, confira aqui.

Não é apenas o Greenpeace que está no Oceano Antártico para impedir a matança de baleias. O governo da Austrália mandou um navio, o Ocean Viking, para monitorar as atividades japonesas, depois de condenar a caça publicamente em protesto diplomático formal. Basicamente eles vão apenas tirar fotos.

Já o Sea Shepherd, do ex-membro do Greenpeace Paul Watson, pega um pouco mais pesado. Watson diz que está na Antártica não para protestar contra a caça, mas para impedi-la. E se for necessário afundar um ou dois baleeiros, que assim seja. O navio deles, o Steve Irwin, impõe respeito. Negro, ostenta orgulhosamente uma bandeira preta a la pirata na proa e alguns desenhos no casco que, reza a lenda, representam as embarcações já afundadas por ele. “Quando aparecemos, eles (os baleeiros japoneses) começam a fugir. Nenhuma baleia será morta enquanto eles tentam escapar da gente”, diz Watson.

Por enquanto, até onde eu sei, apenas o Greenpeace encontrou os baleeiros japoneses. Mas é questão de tempo para que o Ocean Viking e o Steve Irwin se juntem ao Esperanza.

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