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O que tem de gente com as barbas de molho, depois que Dantas e sua turma foi enquadrada, não tá no gibi. A Polícia Federal tá com uma lista com quase 100 nomes de brasileiros que mandaram dinheiro para paraísos fiscais no exterior com uma mãozinha do banco do sujeito, o Opportunity. São empresários, comerciantes e jornalistas. Tô curioso pra saber alguns desses nomes, muitos dos quais certamente posam em público de vestal da moral e bons costumes, mas nos bastidores participam das maiores putarias.
E um outro relatório da PF cita as revistas Veja e IstoÉ Dinheiro, além de Diogo Mainardi e Lauro Jardim, como colaboradores da quadrilha de Dantas.
É, a casa tá caindo…
Picaretas de todos os naipes estão com as barbas de molho. Tomaram o país de assalto, na certeza que ninguém os atingiria. Quanta grana não saiu “pelo ladrão” naquele tempo em que a PF só queimava lotes e lotes drogas apreendidas? A putaria franciscana contou com a conivência e a participação de coleguinhas que não honram as calças e as sais que vestem. Estes, aliás, são os maiores patifes. Enganaram os leitores que confiaram neles. Bamburraram graças ao e no submundo. Piores são as entidades ditas representativas da catchiguria, que enfiam o galho dentro e mantém criminoso silêncio diante das patifarias. Muitas vezes eu desci a lenha naquela corja de criminosos vagabundos, e fui criticado por minhas posições. Claro que eu não me coloco na mesma vitrine em que estão o Paulo Henrique Amorim ou Nassif ou Mino ou Azenha. O meu era apenas um trabalho de formiguinha, quase anônimo. Fui chamado de tudo quanto é nome. “Petralha” foi o que eu mais li. Taí o resultado.
Picaretas de todos os naipes estão com as barbas de molho. Tomaram o país de assalto, na certeza que ninguém os atingiria. Quanta grana não saiu “pelo ladrão” naquele tempo em que a PF só queimava lotes e lotes drogas apreendidas? A putaria franciscana contou com a conivência e a participação de coleguinhas que não honram as calças e as saias que vestem. Estes, aliás, são os maiores patifes. Enganaram os leitores que confiaram neles. Bamburraram graças ao e no submundo. Piores são as entidades ditas representativas da catchiguria, que enfiam o galho dentro e mantém criminoso silêncio diante das patifarias. Muitas vezes eu desci a lenha naquela corja de criminosos vagabundos, e fui criticado por minhas posições. Claro que eu não me coloco na mesma vitrine em que estão o Paulo Henrique Amorim ou Nassif ou Mino ou Azenha. O meu era apenas um trabalho de formiguinha, quase anônimo. Fui chamado de tudo quanto é nome. “Petralha” foi o que eu mais li. Taí o resultado.
Mas e o Greenhalg? E o komissário Josef Dirceu? E o… ah, é todo mundo, menos eu, infelizmente.
“Komissário Josef Dirceu”? Greenhalg? O que têm eles? Basta tocar no nome da pura dos lábios de mel para que surjam os defensores do indefensável. O assunto aqui são os quadrilheiros do panfleto vagabundo, que receberiam “favores” do Orelhudo. Bom, pelo menos eles receberam dinheiro para defender Dantas. Há quem faça isso de graça.