Vamos dar um tempo de Roberto Carlos. A seleção já ficou um bom tempo no ar aqui na rádio Escriba e é hora de mudar. Agora vou dar vez a um pessoal que anda frequentando muito a minha lista de preferidos no Winamp, de Aimee Mann a Buddy Miles, de Cartola a Tom Zé, passando por Astor Piazzolla, Big Mama Thorton, Sun House, PIL, Paulinho da Viola e Yusef Lateef.
Por falar em rádio, meu camarada Marcelo Kischinhevsky está lançando um livro sobre o tema, O Rádio Sem Onda – Convergência Digital e Novos Desafios na Radiodifusão (Editora E-Papers) – clique no link para obter sua cópia por singelos R$ 12,50. O lançamento será no próximo dia 28 (quinta-feira), às 19 horas, na livraria do Arteplex, na Praia de Botafogo, no Rio. Segue abaixo um pequeno trecho:
O rádio analógico está vivendo hoje um período similar ao que viveu o disco de vinil no começo dos anos 80, quando a indústria começou a planejar como despejaria nas prateleiras os primeiros compact discs. Ainda não está definido qual será o padrão que o sucederá, mas seu fim já vem sendo acertado. As novas tecnologias digitais estão disponíveis e seu potencial ainda não foi sequer avaliado em toda sua extensão. Na melhor das hipóteses, seguindo a atual tendência de convergência de mídias, o rádio será apenas mais uma opção na tela de um telefone celular ou ao alcance de um clique no mouse do computador.
Recebi uma cópia em PDF do livro e o pouco que li me agradou muito. Kischi destrincha o assunto com sua habitual competência, sempre foi metódico e muito sério em tudo que fez. Sem falar no bom embasamentop da obra, fruto de anos de pesquisa – foi sua tese de mestrado na UFRJ. Mas a prática também teve papel importante na construção da argumentação, conseqüência natural de quem pôs a mão na massa nos anos 90, botando no ar a Rádio Livre 91.50, criada nos corredores da ECO nos anos 90. Bons tempos. Participei da aventura com um programa dedicado ao roquenrol dos anos 60 e 70 chamado A Hora do Dinossauro, em parceria com o Alex. Gravávamos as fitas K7 no estúdio da faculdade, com Serginho comandando a mesa de som, e depois íamos à sala do desativado C.A. para transmitir as maluquices engendradas. O transmissor nos foi doado pelo pessoal da Engenharia, se não me engano, era bem simples, sua antena mambembe ficava no telhado do prédio da ECO. O alcance era discreto – pegava nos bairros do Leme, Botafogo e parte do Flamengo – mas quando alguém dizia que tinha escutado o programa, era a glória! Não tenho mais essas fitas, mas Kischi com certeza tem – quem sabe um dia não digitalizamos tudo e colocamos no ar aqui na rádio Escriba?

Vc tem q digitalizar o seu programa na finada Rádio Fome, do bandejão…
Como esquecer aquela estréia gloriosa ao som de “Je t’aime”…
bjs
Putz, não tenho a mais vaga idéia de onde podem estar essas fitas do Bom do Begra, Livia… Uma pena, foi divertido. Je T’aime com El Dia Que Me Quieras e Eu Só Quero Amar do Tim Maia. Foi divertido…
Diretamente do velho novo mundo, Branquelo. Ouvindo RISE do Pil na maior altura.. Iurruu!!!!
I could be right!!
Obrigada por ter adicionado o meu blog a listinha dos mais mais aqui… hehehehe..
Vai me visitar no meu fotoblog, vai?
http://www.luizalavenere.fotoblog.uol.com.br
Bacio.
Já visitei, lulu, demais sua viagem pela zoropa, heim? nao volta mais nao ,é?
bjs!