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Essa foi a primeira fita K7 que comprei na vida. Meu pai tinha um rádio-gravador Polivox, se não me engano, dos bons, e eu comecei a ficar as tardes depois da escola gravando músicas no rádio, enfurnado no quarto dele, aprimorando a técnica de soltar o pause no exato momento em que alguma coisa que prestasse começasse a tocar. Se não curtia a música, voltava a fita ao ponto e ficava ali, com o dedo preparado, esperando a próxima. Parar antes que o locutor falasse também exigia uma certa técnica. E assim ficava por horas, gravando músicas em avulso ou programas inteiros, geralmente da Fluminense FM (estamos falando da década de 1980).
Juntei uma penca de fitas, uma coleção de respeito, hoje reduzida a uma gaveta – só ficaram as mais significativas, com sons que não tenho em LP ou CD, ou que não tive paciência ainda pra procurar em MP3. Nem tenho mais como escutá-las mas jogá-las fora é inconcebível pra mim.
Tudo isso passou por minha cabeça quando descobri (lá no Cocadaboa) o site Tapedeck.org – um museu virtual de fitas K7 de várias marcas e modelos. Parece bobagem, mas sempre dou uma passadinha lá. Dá uma saudade…
Vc é o melhor blogueiro do mundo!!
hahahahah, que bom ter amigos!!
bjs!!
Deu saudade, é? Então compra essa:
http://www.gardenal.org/lounge/2007/05/em_vinil_cede_e_cassete_canast.html
Eu vi essa, muito boa idéia mesmo! E esse Canastra, heim? É bom mesmo? vou caçar essa revista aqui por sampa…
Fera vamos intervcambiar essas k7, tenho como digitalizá-las.
Abços,
Antonio Bastos