O alerta foi dado: estamos no limiar de uma Segunda Era Nuclear. Segundo o Boletim dos Cientistas Atômicos (que é publicado desde 1945), vivemos o período mais perigoso desde que Hiroshima e Nagasaki sumiram do mapa sob um imenso cogumelo radioativo.
E ainda tem quem defenda a construção de usinas nucleares para combater as mudanças climáticas. Como bem disse um representante do Greenpeace, “não precisamos de um inverno nuclear para combater o aquecimento global.”
O ponteiro já esteve a dois minutos da meia-noite, isso em 1953, quando Estados Unidos e a antiga URSS testaram bombas de hidrogênio. O gráfico abaixo mostra bem o vai-e-vem do perigo nuclear no planeta.

Jorge,
Vim te visitar por indicação da Cristiana Soares e adorei! Que maravilha o seu mundo.
Beijos
Valeu Gabriela, apareça mais vezes! bjs!
Jorge!
Vou rezar pra esse relógio parar e regredir nesse tempo absurdo. Esse tempo paralelo que me deixa amarelo (gostou da rima?)
Sou completamente contra as usinas nucleares
e espero nunca viver um inverno atômico.
Serei apenas mais uma vítima? Enquanto meu diplominha do greenpeace fica lá em casa embolorando, eu fico feito barata tonta sem saber como agir.
Efetivamente só posso dar afeto às pessoas e de concreto, não concretizo nada pra sair desse apocalipse iminente, embora (comprovado cientificamente) as baratas, principalmente as tontas,- (espero)- sobreviverão às catastrofes nucleares.
O mundo (leia-se os seres “des”humanos) está cada vez pior. Se não revertermos esse quadro, logo , logo vai dar mei-noite.
E as doze badaladas serão o prenúncio de um final “bombástico”? (rsrsrsrsr)
Aí… bau bau,ou melhor dizendo, bye bye!
Estou com você!
Saudades,
Eulalia Stucchi
fica assim nao, eulalia… tem muita gente boa remando contra essa maré nuclear – poucos na grande imprensa, veja bem!!
beijos e saudades também!
IRã x Israel. Olho vivo.
Eu diria EUA x Irã…