Artigo de Flávio Aguiar, editor-chefe da Agência Carta Maior, explica em detalhes o que a cratera do Metrô de SP deixa exposta ao público.
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Artigo de Flávio Aguiar, editor-chefe da Agência Carta Maior, explica em detalhes o que a cratera do Metrô de SP deixa exposta ao público.
Um inunda.
Outro, afunda.
O povo, claro, toma na bunda.
E muitos ficam tentando politizar uma questão que é antes de tudo humana.
Não interessa na verdade como a mídia tratará a questão no dia seguinte. Não importa. Tem sangue emaranhado neste terreno. tem gente sofrendo. Tem criança chorando. Ah, mas a culpa é toda deste filho da puta ou – como dizem alguns- dos outros também e iguais filhos da puta. Mas não é uma tubulação plástica que desandou. Não é uma cratera que se formaou e devastou.
São pessoas de verdade que morreram de várias formas. Não são dados técnicos, massa de manobra, um pequeno conjunto de um todo. Não caiu um viaduto,não houve uma enchente, não houve um tsunami. Foi algo realmente grave. Pessoas morreram!
O resto , pra mim, é um monte de merda sobre merda…
Esse texto do Flávio Alencar é brilhante. Só não concordo que essa tragédia venha a se tornar um “acontecimento simbólico que desarticule diferentes variáveis que sustentam a relação de forças de uma época, ajudando a modificá-la.” Muito otimista, o Sr Flávio.
tambem acho, plinio… vide as recentes capas das revistas semanais.