Mais alguns anos disso e até as madames poderão ficar contentes – pois vão se sentir mais seguras. Não manifestarão qualquer alegria, é certo. A chamada elite deste país é como o escorpião na fábula da rã: ele não deve picá-la, porque isso vai causar sua morte, mas, como não consegue agir contra a sua natureza, aferroa a pobre e morre com ela. A chamada elite também não consegue agir contra sua natureza. Mesmo sendo beneficiária indireta da desconcentração da riqueza, pois isso reflete na sociedade como um todo, ela não consegue deixar de apregoar o inverso, ainda que nos bastidores. O governo Lula 2003/2006 abriu as pernas para ela, e ela ainda fez o que fez.
Na capa do blog do Nassif: “Na aba de ECONOMIA, a Coluna Econômica trata de um tema que retorna periodicamente para assombrar o país: o preconceito social, do mesmo nível dos fazendeiros do começo do século que só falavam em francês em casa, ou do ridículo atroz do “café society” carioca dos anos 50, templo da futilidade e deslumbramento, que os grandes empreendedores do período recusavam-se a frequentar. Os velhos tempos voltaram.” Por essas coisas da vida, o jornalista comenta o assunto que estamos discutindo. No final, uma parte interessante: “Esta sociedade que é feito uma rocha, que não mexeu sequer uma palha, xinga a outra de preguiçosa e acomodada com o benefício do bolsa-família. Mas não se preocupe, esses peroás de fim de festa chic que entraram de penetra na festa, vão desaparecer com o tempo”. Tomara.
Mais alguns anos disso e até as madames poderão ficar contentes – pois vão se sentir mais seguras. Não manifestarão qualquer alegria, é certo. A chamada elite deste país é como o escorpião na fábula da rã: ele não deve picá-la, porque isso vai causar sua morte, mas, como não consegue agir contra a sua natureza, aferroa a pobre e morre com ela. A chamada elite também não consegue agir contra sua natureza. Mesmo sendo beneficiária indireta da desconcentração da riqueza, pois isso reflete na sociedade como um todo, ela não consegue deixar de apregoar o inverso, ainda que nos bastidores. O governo Lula 2003/2006 abriu as pernas para ela, e ela ainda fez o que fez.
que boa notícia. boa demais. e que melhore ainda mais.
aquele [abraço]
fabrício
Na capa do blog do Nassif: “Na aba de ECONOMIA, a Coluna Econômica trata de um tema que retorna periodicamente para assombrar o país: o preconceito social, do mesmo nível dos fazendeiros do começo do século que só falavam em francês em casa, ou do ridículo atroz do “café society” carioca dos anos 50, templo da futilidade e deslumbramento, que os grandes empreendedores do período recusavam-se a frequentar. Os velhos tempos voltaram.” Por essas coisas da vida, o jornalista comenta o assunto que estamos discutindo. No final, uma parte interessante: “Esta sociedade que é feito uma rocha, que não mexeu sequer uma palha, xinga a outra de preguiçosa e acomodada com o benefício do bolsa-família. Mas não se preocupe, esses peroás de fim de festa chic que entraram de penetra na festa, vão desaparecer com o tempo”. Tomara.